Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
A realidade prática que espera o time do Grêmio, nos dias que se seguem, é traiçoeira, se é que se pode utilizar esse termo. A rigor, os adversários que o clube terá pela frente estão entre aqueles considerados times médios, mas que dentro de seus domínios podem ser considerados muito perigosos.
O primeiro exemplo é o Coritiba, no fim de semana, pelo Brasileirão. Por que, perguntarão alguns? Porque o Coritiba é um clube tradicional, sempre foi forte em Curitiba, apesar de, aparentemente, não viver grande fase, tanto que perdeu o campeonato local para o Operário.
Na Copa do Brasil, o próximo adversário é o Criciúma, que, no Heriberto Hülse, sempre é candidato à vitória. E, para coroar a fase de sorte que o Grêmio vem vivendo, o primeiro jogo será na Arena.
Com certeza é mais um obstáculo a ser vencido. O Tricolor será obrigado a conquistar a vitória com um bom número de gols para buscar a classificação em Santa Catarina.
Faltam recursos humanos e capacidade técnica
Enquanto isso, internamente, o técnico Luiz Felipe segue na busca da melhor formação, na medida que, aparentemente, abandonou aquela que vinha utilizando desde o Gauchão. Entendo que faltam recursos humanos e capacidade técnica para Felipão organizar uma equipe competitiva sem os garotos das categorias de base, neste momento. Mas meninos só podem ser solução em uma equipe integrada com jogadores experientes, se estes forem de qualidade.
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Faltam recursos humanos e capacidade técnica
Enquanto isso, internamente, o técnico Luiz Felipe segue na busca da melhor formação, na medida que, aparentemente, abandonou aquela que vinha utilizando desde o Gauchão. Entendo que faltam recursos humanos e capacidade técnica para Felipão organizar uma equipe competitiva sem os garotos das categorias de base, neste momento. Mas meninos só podem ser solução em uma equipe integrada com jogadores experientes, se estes forem de qualidade.
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