Equipe não tem a pretensão de ser bicampeã da Copa do Brasil | Foto: Fernando Ribeiro / Futura Press / Folhapress / CP
Se o rebaixamento custa caro para um clube grande, para uma equipe média o preço é muito maior. O Criciúma, próximo adversário do Grêmio na Copa do Brasil, viu a receita cair quase 60% com a queda. A folha salarial foi cortada mais do que pela metade. Por isso, seguir no torneio que o consagrou em 1991 não é tão prioridade como garantir a volta para a Série A.
A receita deste ano será de R$ 18 milhões contra os R$ 45 milhões de 2014. O gasto com os atletas passou de R$ 1,7 milhão para R$ 750 mil. A perda direta calculada é entre R$ 25 milhões e R$ 30 milhões, fora outros ganhos imensuráveis como venda de camisas e royalties. “Essa é a maior queixa dos clubes que não possuem contratos superiores a 12 meses com a TV. Não tem como fazer contratos longos”, lamenta Cláudio Gomes, diretor de Marketing, que já foi diretor de Futebol e braço direito do presidente Antenor Angeloni.
O projeto de 2015 foi todo montado para subir. “Nosso planejamento é a volta para a Série A. Não temos a pretensão de ser bicampeões da Copa do Brasil, queremos fazer uma boa campanha sim, mas o objetivo é o acesso”, completa. O Catarinense serviu de laboratório. O elenco era formado por muitos garotos da base. Com a lanterna no hexagonal final, a direção foi às compras. Chegaram dez reforços e outros dois já estão acertados. O principal é o centroavante Neto Baiano, que já passou por Vitória e Sport. A maioria veio do interior de São Paulo.
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