Grêmio lamenta derrota para o Coritiba
(Foto: Heuler Andrey/Agência Estado)
Os recentes tropeços do Grêmio tiraram a paciência da torcida, que protestou no domingo na chegada de delegação a Porto Alegre. Para se ter uma ideia da fase ruim, até o reduto de tranquilidade do time de Felipão ruiu. De orgulho no Brasileirão passado, a defesa se transformou em mico internacional na última rodada, acumulando marcas negativas.
Não foi apenas o 2 a 0 do sábado para o Coritiba que doeu na alma gremista. A forma como os gols ocorreram também foram agravantes. Em ambos, houve falhas da zaga. Pouco adiantou o retorno dos três volantes. O segundo tento do rival pode ser encarado como o símbolo da turbulência técnica da equipe. Como de costume, Marcelo Grohe fez um milagre, mas, no rebote, Matías Rodríguez chutou a bola sobre Erazo, ela pegou efeito e encobriu o goleiro, incrédulo.
O duplo gol contra bizarro que selou a derrota ganhou, inclusive, as páginas de jornais do Equador, terra de Erazo, e destaque no site do Marca, principal jornal da Espanha. O equatoriano estava substituindo Rhodfolfo, que sentiu dores musculares horas antes de a bola rolar. No entanto, mesmo com o capitão, a defesa tem falhado. Eleita a melhor do Brasileirão passado, com direito a oito jogos seguidos sem ser vazada, a zaga formada por Geromel e Rhodolfo levou três gols da Ponte Preta no empate em 3 a 3 na estreia no campeonato, na Arena.
No meio desses jogos, houve a vitória sobre o CRB por 3 a 1, pela Copa do Brasil. Apesar do bom início, a defesa sofreu momentos de pane na etapa final e acabou salva por Marcelo Grohe. O mesmo apagão se viu no Gre-Nal decisivo do Gauchão, com dois gols no início do duelo.
Mesmo sendo o início do Brasileiro, os números já preocupam. Ao levar três gols da Ponte Preta em casa, o Grêmio repetiu desempenho só visto pela última vez em 27 de julho de 2014, na derrota por 3 a 2 para o Coritiba, que derrubaria Enderson Moreira para Felipão assumir. Scolari ainda não havia levado três gols numa partida.
E a última vez que o time de Felipão fora derrotado por dois gols de diferença como no Couto Pereira ocorreu em agosto do ano passado, na partida conhecida como "caso Aranha", pelos insultos racistas contra o goleiro do Santos. Na ocasião, deu Peixe por 2 a 0, pela Copa do Brasil.
Somando os dois tropeços iniciais, surge mais um recorde negativo. O Grêmio não sofria tantos gols na largada do Brasileirão desde 1997, quando empatou em 0 a 0 na estreia com o São Paulo e, na segunda rodada, foi goleado pelo Goiás por 6 a 0.
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(Foto: Heuler Andrey/Agência Estado)
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Mesmo sendo o início do Brasileiro, os números já preocupam. Ao levar três gols da Ponte Preta em casa, o Grêmio repetiu desempenho só visto pela última vez em 27 de julho de 2014, na derrota por 3 a 2 para o Coritiba, que derrubaria Enderson Moreira para Felipão assumir. Scolari ainda não havia levado três gols numa partida.
E a última vez que o time de Felipão fora derrotado por dois gols de diferença como no Couto Pereira ocorreu em agosto do ano passado, na partida conhecida como "caso Aranha", pelos insultos racistas contra o goleiro do Santos. Na ocasião, deu Peixe por 2 a 0, pela Copa do Brasil.
Somando os dois tropeços iniciais, surge mais um recorde negativo. O Grêmio não sofria tantos gols na largada do Brasileirão desde 1997, quando empatou em 0 a 0 na estreia com o São Paulo e, na segunda rodada, foi goleado pelo Goiás por 6 a 0.
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