Grêmio fez péssima partida diante do Coritiba, no sábado Foto: HEULER ANDREY / ESTADÃO CONTEÚDO°m>
O que se viu em Curitiba é fruto de mais de uma década de erros de várias gestões, traduzidos na impossibilidade de formar time e grupo competitivos. O Grêmio vem perdendo espaço e força financeira na medida em que se consome em brigas políticas fratricidas. Por isso não disputa bons jogadores no mercado em número compatível com a sua grandeza.
Enquanto os outros erram nos reforços, mas seguem tentando até acertar, o Grêmio se atrasa todo quando se equivoca. Não é algo que se resolva no curto prazo, com a troca deste ou daquele nome por aquele.
O problema é que o curto prazo é para ontem. O alarme da emergência ligou. O Grêmio terá de compensar a qualidade insuficiente correndo mais, suando mais, dividindo mais, defendendo mais. Terá de jogar no limite para somar pontos e não se complicar.
Não é a melhor saída, pela parte física: são 38 rodadas no Brasileirão, com Copa do Brasil no meio. Mas me parece ser a única já contra o Figueirense, sábado, se não vierem os reforços emergenciais.
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Enquanto os outros erram nos reforços, mas seguem tentando até acertar, o Grêmio se atrasa todo quando se equivoca. Não é algo que se resolva no curto prazo, com a troca deste ou daquele nome por aquele.
O problema é que o curto prazo é para ontem. O alarme da emergência ligou. O Grêmio terá de compensar a qualidade insuficiente correndo mais, suando mais, dividindo mais, defendendo mais. Terá de jogar no limite para somar pontos e não se complicar.
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