[OPINIÃO] Uma entrevista para reflexão

Fiquei com a impressão de que a pressão exercida internamente pela saída de Renato venceu o presidente, que não acreditava que aquela seria a melhor saída


Fonte: Gaúcha ZH

[OPINIÃO] Uma entrevista para reflexão
Félix Zucco / Agencia RBS
Essa época do ano, quando os clubes estão naquele período de negociações, tentativas de contratações e de muitas especulações, é um período interessante para ler as tradicionais entrevistas de balanço, concedidas pelos mandatários dos clubes para os repórteres. Essas entrevistas têm ainda mais valor quando tem como protagonista Romildo Bolzan, um presidente responsável por grandes títulos da história gremista e por um dos maiores, senão o maior, fiasco de nossa história, o rebaixamento de 2021. Especificamente, falo da entrevista de nosso presidente, concedida ao colega Marco Souza, de GZH.



Li com atenção diversas frases do presidente, até para tentar entender como chegamos onde chegamos, tão rapidamente — sempre é bom lembrar que, em fevereiro do ano passado, estávamos na final da Copa do Brasil e pouco mais de nove meses depois, estávamos rebaixados, em uma queda livre.


Alguns trechos da entrevista me chamaram muito atenção. Um deles, quando o presidente se diz quase humilhado pela situação do time e que assume toda a responsabilidade. Em algumas, ele deixa escapar que, realmente, tínhamos problemas no vestiário, que o clube não soube administrar ou resolver. Em outro trecho, na minha visão, ele demonstra, na minha visão, não ter sido favorável à demissão de Renato, no ano passado, que acabou tendo reflexos diretos no nosso rebaixamento.


Criei essa convicção, principalmente, pelo fato de que Bolzan, assim como uma parte da torcida, não acreditar que o Grêmio seria rebaixado caso Renato tivesse ficado. Claro, o time estava em franca queda nos últimos anos. Mas vinha se mantendo no G-4, no G-6, com campanhas razoáveis, bem longe do Z-4.



Ao final, fiquei com a impressão de que a pressão exercida internamente, pela saída de Renato, venceu o presidente, que não acreditava que aquela seria a melhor saída. Que a reflexão para os envolvidos ajude o Grêmio, em 2022.

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10/3/2026