Veja quais são os pontos positivos e negativos da campanha do Grêmio na Copinha

Tricolor sofreu no jogo que cobrou mais empenho da equipe e foi eliminado ao perder por 2 a 1 para o Novorizontino na sexta-feira


Fonte: Globoesporte.com

Veja quais são os pontos positivos e negativos da campanha do Grêmio na Copinha
Foto: Renan Jardim / Grêmio FBPA
O Grêmio caiu na terceira fase da Copa São Paulo ao perder por 2 a 1 para o Novorizontino na tarde de sexta-feira. Finalista da última edição, o Tricolor ficou abaixo da expectativa, mas teve bons pontos a se observar durante as cinco partidas na competição.



Alguns jogadores chamaram a atenção individualmente. Nomes como Kauan Kelvin, Lucas Kawan e Rubens tiveram boas atuações e saem fortalecidos, inclusive com pedidos nas redes sociais para aparição no elenco principal, especialmente os dois primeiros.


Kauan Kelvin

Artilheiro do Grêmio na competição, anotou três dos sete gols. Segundo atacante, ganhou lobby de torcedores para ser utilizado no time principal precocemente. Prestes a completar 17 anos, ele pode participar de mais três edições da Copa São Paulo, se assim for o caso.

Ainda não há planejamento para utilizá-lo já na equipe principal, mas já é constantemente citado nos bastidores do Tricolor.


Lucas Kawan

O lateral-direito já tem uma possibilidade mais real de aparecer no time profissional. Destacou-se principalmente no jogo de estreia na Copinha. Em 2021, foi titular e participou da campanha do título do Brasileirão de Aspirantes pela equipe de transição.

A escalada na sua posição também é bem mais direta: Orejuela e Léo Gomes são as principais alternativas, com Felipe e Thomas Luciano como opções no grupo que se prepara para o Gauchão.


Rubens

No setor ofensivo, foi o jogador da "linha de três" que mais se destacou. Meia pela direita, o canhoto foi o responsável por uma assistência na Copa São Paulo.


Pontos negativos

Jogo ruim na decisão

A derrota para o Novorizontino saiu em uma atuação apática do Tricolor, principalmente no primeiro tempo. A etapa final foi melhor, mas o coletivo como um todo não funcionou e acabou sofrendo em jogadas de velocidade.

A equipe já tinha perdido para o XV de Jaú na fase de grupos, classificado e com time reserva. O técnico Luís Eduardo, aliás, assumiu poucas semanas antes da Copinha e fez o que pode.


Defesa exposta

O esquema utilizado pelo time, um 4-1-3-2, tem apenas um jogador de marcação no meio-campo. Claro que todos ajudam no sistema, mas Pedro Cuiabá era o único volante de fato. Com laterais também ofensivos, o Grêmio sofreu especialmente contra o Novorizontino.

Os zagueiros ficaram expostos demais no primeiro tempo e não conseguiram conter os rivais nas jogadas em velocidade. O primeiro gol, por exemplo, saiu após quase o Grêmio abrir o placar no ataque. Faltaram alguns princípios táticos, como compactação defensiva.


Lado esquerdo

Antes mesmo dos gols, os paulistas já haviam levado perigo pelo lado esquerdo defensivo do Tricolor. Cuiabano foi uma das principais armas ofensivas não só no jogo, como autor do gol, mas também na competição.



Só que o time não soube fechar os espaços para dar essa liberdade ao lateral. Por ali saíram as principais jogadas do Novorizontino. No segundo sofrido, Cuiabano abandonou seu setor para dar um bote no meio de campo e deixou um clarão para o adversário avançar.

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10/3/2026