Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Além do técnico, o Grêmio encontra dificuldade para preencher o cargo de vice de futebol. o presidente Romildo Bolzan Júnior assegura que uma coisa não tem relação direta com outra. Outras correntes do clube, contudo, entendem que o vice de futebol precisa ter participação direta na escolha do treinador.
Um dos nomes com maior aceitação para vice junto à direção, o conselheiro Dênis Abrahão garante não ter sido convidado para o cargo. Caso isso ocorra, dificilmente aceitará, por não poder conciliar a função com as atividades profissionais.
— Tenho imenso carinho e amizade pelo presidente. Mas teria imensa dificudade de aceitar um cargo desta importância — adianta.
Desde que seu nome passou a ser especulado, Dênis tem recebido frequentes manifestações de apoio de torcedores. Algo que ele atribui às passagens anteriores pelo cargo. Entre 1993 e 1996, embora fosse vice de administração do ex-presidente Fábio Koff, tinha forte participação no vestiário, junto com o vice de futebol Luiz Carlos Silveira Martins, o Cacalo. A partir de 2000, já na gestão de José Alberto Guerreiro, Dênis atuou como executivo remunerado de futebol. Nas duas ocasiões, o Grêmio acumulou conquistas dentro de campo.
O cargo de vice de futebol foi extinto em 2004. A partir de 2005, o clube passou a contar com um executivo para gerenciar as questões do futebol. O primeiro foi Mário Sérgio, contratado pelo ex-presidente Paulo Odone. A reforma estatutária de 2014 determinou a recriação do cargo.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio colocou 4 jogadores na mesa por Paulo Henrique do Vasco
- Sinal de alerta no Grêmio: Willian sente dores, sai no intervalo e vira dúvida para decisão
- Fim de linha no Grêmio: Edenílson rescinde, abre o jogo em reunião privada e destino surpreende
Além do técnico, o Grêmio encontra dificuldade para preencher o cargo de vice de futebol. o presidente Romildo Bolzan Júnior assegura que uma coisa não tem relação direta com outra. Outras correntes do clube, contudo, entendem que o vice de futebol precisa ter participação direta na escolha do treinador.
Um dos nomes com maior aceitação para vice junto à direção, o conselheiro Dênis Abrahão garante não ter sido convidado para o cargo. Caso isso ocorra, dificilmente aceitará, por não poder conciliar a função com as atividades profissionais.
— Tenho imenso carinho e amizade pelo presidente. Mas teria imensa dificudade de aceitar um cargo desta importância — adianta.
Desde que seu nome passou a ser especulado, Dênis tem recebido frequentes manifestações de apoio de torcedores. Algo que ele atribui às passagens anteriores pelo cargo. Entre 1993 e 1996, embora fosse vice de administração do ex-presidente Fábio Koff, tinha forte participação no vestiário, junto com o vice de futebol Luiz Carlos Silveira Martins, o Cacalo. A partir de 2000, já na gestão de José Alberto Guerreiro, Dênis atuou como executivo remunerado de futebol. Nas duas ocasiões, o Grêmio acumulou conquistas dentro de campo.
O cargo de vice de futebol foi extinto em 2004. A partir de 2005, o clube passou a contar com um executivo para gerenciar as questões do futebol. O primeiro foi Mário Sérgio, contratado pelo ex-presidente Paulo Odone. A reforma estatutária de 2014 determinou a recriação do cargo.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio colocou 4 jogadores na mesa por Paulo Henrique do Vasco
- Sinal de alerta no Grêmio: Willian sente dores, sai no intervalo e vira dúvida para decisão
- Fim de linha no Grêmio: Edenílson rescinde, abre o jogo em reunião privada e destino surpreende

Comentários
Enviar Comentário
Aplicativo Gremio Avalanche
Leia também
Grêmio colocou 4 jogadores na mesa por Paulo Henrique do Vasco
Sinal de alerta no Grêmio: Willian sente dores, sai no intervalo e vira dúvida para decisão
Fim de linha no Grêmio: Edenílson rescinde, abre o jogo em reunião privada e destino surpreende
Um a mais e mesmo assim…”: Grêmio empata, perde a chance de vantagem e torcida manda recado direto a Luís Castro
Grêmio: falta quase tudo mas ainda dá