Doriva vai em busca do sucesso de Luxemburgo (Foto: Wagner Meier/ LANCE!Press)
A última sexta-feira foi marcada pela polêmica entre os presidentes do Vasco, Eurico Miranda, e do Grêmio, Romildo Bozan Júnior. No centro desta confusão, Doriva, técnico campeão carioca deste ano pelo Cruz-Maltino, no ano seguinte ao que levou o Ituano ao título paulista. Foi este rápido sucesso nos dois anos da carreira do treinador que motivaram o Triculor Gaúcho a procurar o comandante vascaíno.
Doriva estreava como treinador quando fez história pelo time de Itu (SP). Hoje ganhando cerca de R$ 130 mil (contando a comissão técnica) no Cruz-Maltino, teria o salário quase triplicado (segundo o mandatário do clube de São Januário) no Tricolor Gaúcho - que contava, antes, com o pentacampeão mundial Luiz Felipe Scolari.
O técnico do time de São Januário cresceu profissionalmente numa fase em que muitos clubes buscam nomes mais em conta, como Enderson Moreira e Ricardo Drubscky no Fluminense, e medalhões estão desempregados, como Abel Braga e Mano Menezes. Poucos treinadores no Brasil ostentam títulos por um time pequeno e por um grande.
Exemplos raros são Tite, Levir Culpi, Vanderlei Luxemburgo e Marcelo Oliveira, empregados, respectivamente, no Corinthians, Atlético-MG, Flamengo e Cruzeiro. A carreira de Doriva está apenas no início, mas tem, até o momento dois momentos de sucesso e apenas um fracasso - se assim pode-se chamar a passagem de apenas oito jogos no Atlético-PR.
De todo modo, a pressão que já aparece sobre o treinador, pelos seguidos empates e pelos poucos gols após o título carioca, é mais uma experiência para testar a capacidade do treinador. Fato é que, diante de um mercado concorrido, o Gigante da Colina terá, certamente, que, aumentar os vencimentos do comandante, se quiser mantê-lo.
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O técnico do time de São Januário cresceu profissionalmente numa fase em que muitos clubes buscam nomes mais em conta, como Enderson Moreira e Ricardo Drubscky no Fluminense, e medalhões estão desempregados, como Abel Braga e Mano Menezes. Poucos treinadores no Brasil ostentam títulos por um time pequeno e por um grande.
Exemplos raros são Tite, Levir Culpi, Vanderlei Luxemburgo e Marcelo Oliveira, empregados, respectivamente, no Corinthians, Atlético-MG, Flamengo e Cruzeiro. A carreira de Doriva está apenas no início, mas tem, até o momento dois momentos de sucesso e apenas um fracasso - se assim pode-se chamar a passagem de apenas oito jogos no Atlético-PR.
De todo modo, a pressão que já aparece sobre o treinador, pelos seguidos empates e pelos poucos gols após o título carioca, é mais uma experiência para testar a capacidade do treinador. Fato é que, diante de um mercado concorrido, o Gigante da Colina terá, certamente, que, aumentar os vencimentos do comandante, se quiser mantê-lo.
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