Lucas Silva perdeu pênalti no primeiro tempo da partida
Lucas Uebel / Divulgação Grêmio
Na primeira prova do que enfrentará nas próximas 37 rodadas da Série B, o Grêmio terminou a partida com a Ponte Preta lamentando a falta de um melhor aproveitamento das situações que criou como justificativa para não estrear na competição com vitória.
Com o desperdício das chances no péssimo gramado do Estádio Moisés Lucarelli, apesar de não ceder chances, o empate sem gols frustrou a expectativa de dar seguimento ao ânimo gerado no torcedor com a conquista do Gauchão e a evolução da produção no Estadual. O empate mantém viva uma sequência de não ter vencido a primeira partida em suas duas participações anteriores. Empatou com o Operário em 1992 e perdeu para o Gama em 2005.
A decepção ficou mais pelo resultado do que pela atuação. Ainda sem Diego Souza e Edilson, Roger Machado repetiu o time que venceu a decisão do Gauchão sobre o Ypiranga. O Grêmio produziu o suficiente para deixar Campinas com os três pontos, mas a equipe não soube concretizar com precisão as finalizações que teve.
Lucas Silva, Bruno Alves, Bitello e Elias tiveram as melhores chances de marcar. Na mais clara de todas, em pênalti sofrido por Elias, Lucas Silva desperdiçou. O volante esperou até o último instante possível para ver qual seria a movimentação do goleiro e acabou errando a finalização.
— Fizemos um bom jogo, do padrão que fizemos nos últimos do Gauchão. Hoje se teve o empate, assumo a responsabilidade de não ter convertido o pênalti. Saímos com uma consciência boa por ter feito um bom jogo, não ter deixado o adversário criar. É ter detalhe e capricho, mas a responsabilidade pelo empate é minha. Ele esperou, tentei tirar um pouco mais e a bola saiu por fora — comentou o jogador, que desperdiçou o primeiro pênalti em sete que a equipe teve em 2022.
A avaliação de que a produção agradou foi tema central nas entrevistas dos jogadores, comissão técnica e direção após o jogo. Roger Machado citou que por conta das características diferentes exigidas na Série B, a estratégia e o modelo de jogo atual serão mantidos para a sequência de jogos:
— O nosso sentimento é de que construímos, fizemos o jogo que deveríamos para vencer. Construímos o suficiente para vencer. A Série B é uma competição de mais imposição física. Tivemos o controle da partida, levamos um ponto, mas o sentimento de que poderíamos ser dois mais em função do que produzimos.
Para o técnico gremista, mais do que alterações táticas ou de nomes na escalação, o mais importante é aprimorar a parte técnica dos jogadores que se apresentam como alternativas de escalação para que o desperdício de oportunidades não se repita com frequência e atrapalhe o Grêmio.
— Nesse momento, não (mudar o modelo). Inclusive a dúvida era de que a gente poderia propor jogo nesse sistema. Não passa por isso, mas por melhorar as alternativas e trabalhar o refino do último passe e da finalização. Foi um volume grande. Repetimos o que vínhamos fazendo e acrescentamos tendo o controle do jogo — citou.
O discurso de tentar solucionar nos treinos também reflete que o clube já fez os movimentos necessários para viabilizar os reforços pretendidos. Edilson deve ficar à disposição e fazer sua reestreia na próxima rodada, enquanto Diego Souza será reavaliado durante a semana para saber se terá condições de jogo.
Rodrigo Ferreira e Gabriel Teixeira já estiveram com o grupo para a partida contra a Ponte Preta e seguem como alternativas. E Thaciano e o atacante Guilherme só serão opções a partir de julho, quando a janela internacional de transferências reabrir.
— Até o dia 12 não tem novidades. O Elkeson deve estar inscrito até esta segunda-feira — disse o vice de futebol Denis Abrahão.
Com dois jogos na Arena em sequência, o Grêmio recebe a Chapecoense e o Guarani nas próximas rodadas. A expectativa da direção é de que o time consiga converter o rendimento em vantagem no placar para que o início da Série B não repita as dificuldades que resultaram no rebaixamento pelo péssimo aproveitamento no início do Brasileirão do ano passado.
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Lucas Uebel / Divulgação Grêmio
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Com o desperdício das chances no péssimo gramado do Estádio Moisés Lucarelli, apesar de não ceder chances, o empate sem gols frustrou a expectativa de dar seguimento ao ânimo gerado no torcedor com a conquista do Gauchão e a evolução da produção no Estadual. O empate mantém viva uma sequência de não ter vencido a primeira partida em suas duas participações anteriores. Empatou com o Operário em 1992 e perdeu para o Gama em 2005.
A decepção ficou mais pelo resultado do que pela atuação. Ainda sem Diego Souza e Edilson, Roger Machado repetiu o time que venceu a decisão do Gauchão sobre o Ypiranga. O Grêmio produziu o suficiente para deixar Campinas com os três pontos, mas a equipe não soube concretizar com precisão as finalizações que teve.
Lucas Silva, Bruno Alves, Bitello e Elias tiveram as melhores chances de marcar. Na mais clara de todas, em pênalti sofrido por Elias, Lucas Silva desperdiçou. O volante esperou até o último instante possível para ver qual seria a movimentação do goleiro e acabou errando a finalização.
— Fizemos um bom jogo, do padrão que fizemos nos últimos do Gauchão. Hoje se teve o empate, assumo a responsabilidade de não ter convertido o pênalti. Saímos com uma consciência boa por ter feito um bom jogo, não ter deixado o adversário criar. É ter detalhe e capricho, mas a responsabilidade pelo empate é minha. Ele esperou, tentei tirar um pouco mais e a bola saiu por fora — comentou o jogador, que desperdiçou o primeiro pênalti em sete que a equipe teve em 2022.
A avaliação de que a produção agradou foi tema central nas entrevistas dos jogadores, comissão técnica e direção após o jogo. Roger Machado citou que por conta das características diferentes exigidas na Série B, a estratégia e o modelo de jogo atual serão mantidos para a sequência de jogos:
— O nosso sentimento é de que construímos, fizemos o jogo que deveríamos para vencer. Construímos o suficiente para vencer. A Série B é uma competição de mais imposição física. Tivemos o controle da partida, levamos um ponto, mas o sentimento de que poderíamos ser dois mais em função do que produzimos.
Para o técnico gremista, mais do que alterações táticas ou de nomes na escalação, o mais importante é aprimorar a parte técnica dos jogadores que se apresentam como alternativas de escalação para que o desperdício de oportunidades não se repita com frequência e atrapalhe o Grêmio.
— Nesse momento, não (mudar o modelo). Inclusive a dúvida era de que a gente poderia propor jogo nesse sistema. Não passa por isso, mas por melhorar as alternativas e trabalhar o refino do último passe e da finalização. Foi um volume grande. Repetimos o que vínhamos fazendo e acrescentamos tendo o controle do jogo — citou.
O discurso de tentar solucionar nos treinos também reflete que o clube já fez os movimentos necessários para viabilizar os reforços pretendidos. Edilson deve ficar à disposição e fazer sua reestreia na próxima rodada, enquanto Diego Souza será reavaliado durante a semana para saber se terá condições de jogo.
Rodrigo Ferreira e Gabriel Teixeira já estiveram com o grupo para a partida contra a Ponte Preta e seguem como alternativas. E Thaciano e o atacante Guilherme só serão opções a partir de julho, quando a janela internacional de transferências reabrir.
— Até o dia 12 não tem novidades. O Elkeson deve estar inscrito até esta segunda-feira — disse o vice de futebol Denis Abrahão.
Com dois jogos na Arena em sequência, o Grêmio recebe a Chapecoense e o Guarani nas próximas rodadas. A expectativa da direção é de que o time consiga converter o rendimento em vantagem no placar para que o início da Série B não repita as dificuldades que resultaram no rebaixamento pelo péssimo aproveitamento no início do Brasileirão do ano passado.
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