O Grêmio que encara o Bahia neste domingo, na Arena Fonte Nova, pela Série B, deve repetir o esquema tático da vitória sobre o Londrina na Arena. O modelo atual é o quarto diferente desde a chegada do técnico Roger Machado, em meados de fevereiro.
A aposta da vez é o 4-2-3-1, com Campaz como meia armador. A intenção, segundo o próprio Roger, é ter um jogador que esteja mais próximo de Diego Souza no ataque. O esquema é semelhante ao da estreia do treinador em seu retorno ao clube.
Na vitória sobre o Londrina, veio a consolidação do modelo com o colombiano centralizado novamente. Nas partidas anteriores, o Grêmio teve dificuldade para articular e criar oportunidades. Agora, o novo passo é tentar melhorar o sistema ofensivo. O técnico admitiu a busca por outro jogador para a função, ainda que tenha elogiado o desempenho do camisa 7.
— Tenho conversado com Campaz, que busque dar dinâmica ao nosso meio-campo, vai controlar o jogo ou vai segurar, driblar. O que viemos buscando é mais regularidade na partida, o futebol dele é mais solto na zona central, pode se locomover de ambos os lados — disse Roger após a partida.
Sem Villasanti e Biel, suspensos, o Grêmio deve ter as entradas de Lucas Silva ou Thiago Santos e Elias. Sem alterar a forma da equipe se posicionar para defender e atacar.
Com tendência a seguir nesse esquema, Diego Souza é um dos principais "beneficiados" deste modelo de jogo. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, o centroavante admitiu a importância de haver um jogador mais próximo do ataque.
— Campaz é um grande jogador, tem poder de finalização diferenciado, mais pela função, porque temos outros grandes jogadores também. A função é que jogue com alguém mais próximo, não só eu, mas Ricardinho, Elias, quem estiver na função, é mais interessante ter alguém mais próximo — afirmou o camisa 29.
Os esquemas de Roger
4-2-3-1: dois volantes, um meia armador, dois pontas e um centroavante.
4-3-3: tripé de volantes no meio, dois pontas e um centroavante.
4-4-2: linha de quatro no meio-campo e dois centroavantes.
3-4-2-1: três zagueiros, dois volantes com dois alas, dois pontas e um centroavante.
Na estreia de Roger, o Grêmio goleou o São Luiz por 4 a 0 na Arena, pelo Gauchão, com Gabriel Silva cumprindo a função centralizado. No entanto, até retomar a ideia atual, o comandante gremista alterou três vezes o sistema tático base do time.
Inicialmente, Roger manteve a ideia de contar com um meia centralizado, sendo Gabriel Silva ou o próprio Campaz, hoje titular da posição outra vez. A partir do Gre-Nal da semifinal no Beira-Rio, vencido por 3 a 0, o tripé de volantes passou a ser implementado.
Na maioria das vezes, o trio escolhido para compor o meio tinha Villasanti, Lucas Silva e Bitello, agora no 4-3-3. Os volantes chegaram a ter oito jogos consecutivos juntos entre os titulares, da reta final do Gauchão até as rodadas inciais da Série B.
O esquema sofreu ruptura na partida contra o Criciúma, quando Roger escalou o time da maneira mais "diferente" até agora. O clássico 4-4-2 foi a opção, com dois centroavantes à frente. Elkeson fez parceria com Diego Souza, mas o Grêmio não saiu do zero na Arena.
Na partida seguinte pela Série B, nova troca do treinador. Desta vez, os três zagueiros estraram em ação. Já sem o tripé no meio-campo, apenas dois volantes fizeram companhia aos laterais, transformados em alas.
O esquema 3-4-2-1 iniciou no empate sem gols contra o Vila Nova, em Goiânia, e teve duração de seis jogos - ou cinco e meio. Diante do CSA, Alagoas, Roger mudou o time no intervalo, com a saída de um dos zagueiros, Natã, para entrada de Campaz no meio.
Neste sábado, o Grêmio viaja para Salvador, onde encara o Bahia no domingo. O Tricolor não vai treinar antes do deslocamento e deve fazer uma atividade leve depois da viagem. Com 25 pontos, o time gaúcho não perde a posição no G-4 na rodada mesmo se for derrotado.
Grêmio, 2022, Série B, Roger Machado, Campaz
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A aposta da vez é o 4-2-3-1, com Campaz como meia armador. A intenção, segundo o próprio Roger, é ter um jogador que esteja mais próximo de Diego Souza no ataque. O esquema é semelhante ao da estreia do treinador em seu retorno ao clube.
Na vitória sobre o Londrina, veio a consolidação do modelo com o colombiano centralizado novamente. Nas partidas anteriores, o Grêmio teve dificuldade para articular e criar oportunidades. Agora, o novo passo é tentar melhorar o sistema ofensivo. O técnico admitiu a busca por outro jogador para a função, ainda que tenha elogiado o desempenho do camisa 7.
— Tenho conversado com Campaz, que busque dar dinâmica ao nosso meio-campo, vai controlar o jogo ou vai segurar, driblar. O que viemos buscando é mais regularidade na partida, o futebol dele é mais solto na zona central, pode se locomover de ambos os lados — disse Roger após a partida.
Sem Villasanti e Biel, suspensos, o Grêmio deve ter as entradas de Lucas Silva ou Thiago Santos e Elias. Sem alterar a forma da equipe se posicionar para defender e atacar.
Com tendência a seguir nesse esquema, Diego Souza é um dos principais "beneficiados" deste modelo de jogo. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, o centroavante admitiu a importância de haver um jogador mais próximo do ataque.
— Campaz é um grande jogador, tem poder de finalização diferenciado, mais pela função, porque temos outros grandes jogadores também. A função é que jogue com alguém mais próximo, não só eu, mas Ricardinho, Elias, quem estiver na função, é mais interessante ter alguém mais próximo — afirmou o camisa 29.
Os esquemas de Roger
4-2-3-1: dois volantes, um meia armador, dois pontas e um centroavante.
4-3-3: tripé de volantes no meio, dois pontas e um centroavante.
4-4-2: linha de quatro no meio-campo e dois centroavantes.
3-4-2-1: três zagueiros, dois volantes com dois alas, dois pontas e um centroavante.
Na estreia de Roger, o Grêmio goleou o São Luiz por 4 a 0 na Arena, pelo Gauchão, com Gabriel Silva cumprindo a função centralizado. No entanto, até retomar a ideia atual, o comandante gremista alterou três vezes o sistema tático base do time.
Inicialmente, Roger manteve a ideia de contar com um meia centralizado, sendo Gabriel Silva ou o próprio Campaz, hoje titular da posição outra vez. A partir do Gre-Nal da semifinal no Beira-Rio, vencido por 3 a 0, o tripé de volantes passou a ser implementado.
Na maioria das vezes, o trio escolhido para compor o meio tinha Villasanti, Lucas Silva e Bitello, agora no 4-3-3. Os volantes chegaram a ter oito jogos consecutivos juntos entre os titulares, da reta final do Gauchão até as rodadas inciais da Série B.
O esquema sofreu ruptura na partida contra o Criciúma, quando Roger escalou o time da maneira mais "diferente" até agora. O clássico 4-4-2 foi a opção, com dois centroavantes à frente. Elkeson fez parceria com Diego Souza, mas o Grêmio não saiu do zero na Arena.
Na partida seguinte pela Série B, nova troca do treinador. Desta vez, os três zagueiros estraram em ação. Já sem o tripé no meio-campo, apenas dois volantes fizeram companhia aos laterais, transformados em alas.
O esquema 3-4-2-1 iniciou no empate sem gols contra o Vila Nova, em Goiânia, e teve duração de seis jogos - ou cinco e meio. Diante do CSA, Alagoas, Roger mudou o time no intervalo, com a saída de um dos zagueiros, Natã, para entrada de Campaz no meio.
Neste sábado, o Grêmio viaja para Salvador, onde encara o Bahia no domingo. O Tricolor não vai treinar antes do deslocamento e deve fazer uma atividade leve depois da viagem. Com 25 pontos, o time gaúcho não perde a posição no G-4 na rodada mesmo se for derrotado.
Grêmio, 2022, Série B, Roger Machado, Campaz
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