Muñoz (D) utiliza o número 16 no Al-Ahli, dos Emirados Árabes
Foto: Divulgação / Al-Ahli
Ganhou ares de novela a negociação entre Grêmio e o atacante chileno Carlos Muñoz, do Al-Ahli, dos Emirados Árabes. A direção já não esconde o interesse em sua contratação, mas dois fatores ainda impedem o acerto: salário e a concorrência de Flamengo, Corinthians, São Paulo e Atlas, do México.
Embora o clube árabe aceite liberar Muñoz por empréstimo de um ano, sem custos, o Grêmio não pagará a totalidade de seus vencimentos, de U$$ 100 mil (R$ 310 mil) mensais, livre de impostos. A ideia da direção é bancar menos da metade deste valor, o que o Al-Ahli reluta em aceitar.
Afinal, o atacante foi contratado no ano passado por 11 milhões de euros do Baniyas, também dos Emirados. Porém, após a chegada de Everton Ribeiro, o chileno perdeu espaço na equipe. E um empréstimo seria uma forma de valorizá-lo para recuperar parte do investimento.
— É difícil negociar com o mundo árabe, não estou alimentando muitas esperanças. Mas, se eles derem uma sinalização positiva, podemos avançar na negociação — comenta o presidente e vice de futebol Romildo Bolzan Jr.
Fato é que Muñoz deseja deixar o futebol árabe e passa suas férias no Chile após o final da temporada. O atacante de 26 anos e 1m73cm de altura, que se destacou pelo Colo-Colo entre 2011 e 2013, com 37 gols em 79 partidas, teria preferência por atuar no futebol brasileiro. Assim, ficaria mais próximo do técnico Jorge Sampaoli para recuperar espaço na seleção chilena.
Mas uma proposta vantajosa do México, é claro, não seria rejeitada. A negociação é intermediada pela empresa MField, criada pelo ex-volante Magrão em parceria com o empresário Matheus Costa.
Outro estrangeiro tentado pelo Grêmio foi o argentino Alán Ruiz. Após deixar a Arena em dezembro, quando não renovou contrato por determinação de Felipão, o meia foi sondado recentemente pela direção.
Pouco aproveitado pelo técnico Edgardo Bauza no San Lorenzo, o herói da goleada por 4 a 1 no último Gre-Nal do ano passado desperta o interesse do Atlético-PR e do Nacional, da Colômbia.
O clube argentino teria pedido U$$ 350 mil dólares (R$ 1,1 milhão) para liberar Alán por um ano de empréstimo - valor que está muito acima do que o Grêmio deseja pagar. Além disso, os retornos de Maxi Rodríguez e Fernandinho deixam, por enquanto, a busca por um novo meia em segundo plano.
— Com a volta do Maxi, não precisamos de mais um jogador para esta posição — resume Bolzan.
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Foto: Divulgação / Al-Ahli
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Embora o clube árabe aceite liberar Muñoz por empréstimo de um ano, sem custos, o Grêmio não pagará a totalidade de seus vencimentos, de U$$ 100 mil (R$ 310 mil) mensais, livre de impostos. A ideia da direção é bancar menos da metade deste valor, o que o Al-Ahli reluta em aceitar.
Afinal, o atacante foi contratado no ano passado por 11 milhões de euros do Baniyas, também dos Emirados. Porém, após a chegada de Everton Ribeiro, o chileno perdeu espaço na equipe. E um empréstimo seria uma forma de valorizá-lo para recuperar parte do investimento.
— É difícil negociar com o mundo árabe, não estou alimentando muitas esperanças. Mas, se eles derem uma sinalização positiva, podemos avançar na negociação — comenta o presidente e vice de futebol Romildo Bolzan Jr.
Fato é que Muñoz deseja deixar o futebol árabe e passa suas férias no Chile após o final da temporada. O atacante de 26 anos e 1m73cm de altura, que se destacou pelo Colo-Colo entre 2011 e 2013, com 37 gols em 79 partidas, teria preferência por atuar no futebol brasileiro. Assim, ficaria mais próximo do técnico Jorge Sampaoli para recuperar espaço na seleção chilena.
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O clube argentino teria pedido U$$ 350 mil dólares (R$ 1,1 milhão) para liberar Alán por um ano de empréstimo - valor que está muito acima do que o Grêmio deseja pagar. Além disso, os retornos de Maxi Rodríguez e Fernandinho deixam, por enquanto, a busca por um novo meia em segundo plano.
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