A próxima rodada ganhou um caráter ainda mais decisivo do que o habitual para o Grêmio. O duelo de domingo contra o Bahia coloca frente a frente o segundo e o terceiro colocados da Série B. Alguns elementos mostram que a mobilização é digna de “final”, como a reunião de Renato com os jogadores, concentração antecipada e veto de entrevistas exclusivas.
Com o empate diante do Londrina e os resultados paralelos da 34ª rodada, o acesso não será possível diante do Bahia, mas poderá ocorrer contra o Náutico, na 36ª. Para isso, o Tricolor não pode empatar ou perder na Arena no domingo. No pior dos cenários, pode ficar apenas dois pontos à frente do quinto colocado, com nove ainda em disputa.
Para efeitos de comparação, a mobilização que se desenha para esta semana é diferente do ambiente de preparação para enfrentar o Sampaio Corrêa. Jogadores pendurados forçaram o terceiro amarelo no jogo contra o Sport, e titulares foram poupados da viagem ao Maranhão. Como esperado, o Grêmio jogou mal e foi derrotado.
Na rodada seguinte, o treinador escalou força máxima contra o CSA e conseguiu uma vitória tranquila por 2 a 0 dentro de casa. Diante do Londrina, no estádio do Café, o triunfo estava próximo, até sofrer o empate aos 42 minutos da etapa final, com gol de pênalti.
Reunião fora do habitual
Antes de receber o Bahia, o Grêmio ganhou oito dias de preparação. No primeiro treino com titulares e reservas à disposição, Renato Portaluppi reuniu o grupo para uma conversa no gramado do CT Luiz Carvalho, antes mesmo da tradicional roda de bobinho.
O bate-papo do treinador com o grupo já aconteceu em outros momentos, mas, desta vez, foi diferente. O diálogo durou cerca de 25 minutos, tempo em que apenas o técnico falou e sem clima de descontração. Foi possível perceber no semblante dos jogadores a seriedade do assunto.
Conforme apurou o ge, o Grêmio, internamente, trata o duelo contra o Bahia como um jogo-chave e se prepara para uma "final". Por ser um confronto em casa, diante do torcedor, e anteceder uma sequência de dois jogos longe de Porto Alegre, com chances de confirmar o retorno à elite, o peso e a responsabilidade aumentam.
Blindagem do elenco
O histórico dos trabalhos de Renato mostra que em jogos de maior importância, como Gre-Nais ou duelos eliminatórios, o período de concentração é antecipado. Na atual passagem do treinador, isso aconteceu na sua reestreia, contra o Vasco, e antes de encarar o CSA.
A prática se repetirá nesta semana dois dias antes do jogo. Na sexta-feira pela manhã, os jogadores treinarão no CT Luiz Carvalho e depois terão a tarde livre para descanso. À noite, o grupo se reapresenta direto no hotel. A partida contra os baianos será no domingo, às 16h, na Arena.
O Grêmio também vetou qualquer tipo de entrevista exclusiva durante a semana, independentemente do veículo de comunicação. Dessa forma, evita qualquer tipo de declaração que possa desviar o foco do jogo ou criar um episódio desnecessário.
Em contrapartida, a assessoria de imprensa preparou duas entrevistas coletivas. Nesta quarta-feira, o zagueiro Bruno Alves foi o escolhido para atender à imprensa. Na sexta, Renato Portaluppi conversará com os jornalistas.
Apesar da programação ainda não ter sido divulgada, a tendência é que o comandante feche os treinos próximos ao jogo. O mistério em torno da equipe titular tem sido padrão desde o seu retorno. No treino de terça, Renato separou o grupo em dois times, mas não deu indicativo da escalação.
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Para efeitos de comparação, a mobilização que se desenha para esta semana é diferente do ambiente de preparação para enfrentar o Sampaio Corrêa. Jogadores pendurados forçaram o terceiro amarelo no jogo contra o Sport, e titulares foram poupados da viagem ao Maranhão. Como esperado, o Grêmio jogou mal e foi derrotado.
Na rodada seguinte, o treinador escalou força máxima contra o CSA e conseguiu uma vitória tranquila por 2 a 0 dentro de casa. Diante do Londrina, no estádio do Café, o triunfo estava próximo, até sofrer o empate aos 42 minutos da etapa final, com gol de pênalti.
Reunião fora do habitual
Antes de receber o Bahia, o Grêmio ganhou oito dias de preparação. No primeiro treino com titulares e reservas à disposição, Renato Portaluppi reuniu o grupo para uma conversa no gramado do CT Luiz Carvalho, antes mesmo da tradicional roda de bobinho.
O bate-papo do treinador com o grupo já aconteceu em outros momentos, mas, desta vez, foi diferente. O diálogo durou cerca de 25 minutos, tempo em que apenas o técnico falou e sem clima de descontração. Foi possível perceber no semblante dos jogadores a seriedade do assunto.
Conforme apurou o ge, o Grêmio, internamente, trata o duelo contra o Bahia como um jogo-chave e se prepara para uma "final". Por ser um confronto em casa, diante do torcedor, e anteceder uma sequência de dois jogos longe de Porto Alegre, com chances de confirmar o retorno à elite, o peso e a responsabilidade aumentam.
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O Grêmio também vetou qualquer tipo de entrevista exclusiva durante a semana, independentemente do veículo de comunicação. Dessa forma, evita qualquer tipo de declaração que possa desviar o foco do jogo ou criar um episódio desnecessário.
Em contrapartida, a assessoria de imprensa preparou duas entrevistas coletivas. Nesta quarta-feira, o zagueiro Bruno Alves foi o escolhido para atender à imprensa. Na sexta, Renato Portaluppi conversará com os jornalistas.
Apesar da programação ainda não ter sido divulgada, a tendência é que o comandante feche os treinos próximos ao jogo. O mistério em torno da equipe titular tem sido padrão desde o seu retorno. No treino de terça, Renato separou o grupo em dois times, mas não deu indicativo da escalação.
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Comentários
Comentários (1)
Sampaio correia ,esta se aproximando, cuidado , Grêmio fica esperto...
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