Tite anunciou nessa segunda-feira (7) os 26 convocados da seleção brasileira para a Copa do Mundo a ser disputada no Qatar, de 20 novembro a 18 de dezembro. E o abismo entre a quantidade de atletas que atuam no país na comparação com os que estão no exterior identificado desde 2006 só fez aumentar.
Agora, de 118 jogadores chamados no total para os últimos cinco Mundiais, 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022, apenas 16 atuam ou atuavam em clubes do Brasil no período da competição. Só 13,55% do total.
Na lista atual, o 'trio nacional' é formado pelo goleiro Weverton, do Palmeiras, o meio-campista Everton Ribeiro e o atacante Pedro, ambos do Flamengo.
É uma nova tendência que veio para ficar, invertendo o que aconteceu durante muito tempo no passado.
Durante 13 Copas seguidas, de 1930 a 1986, a seleção brasileira sempre teve mais atletas que atuavam no país do que no exterior. A mudança aconteceu pela primeira vez em 1990, quando o técnico Sebastião Lazaroni chamou 12 'estrangeiros' e dez 'brasileiros'.
Questionado sobre o assunto, Tite respondeu: "Pergunta bastante ampla, remete a um aspecto estrutural do futebol, investimento financeiro, que se amplia, teríamos que aprofundar."
Em 1994, o tetra veio com Carlos Alberto Parreira no comando e uma seleção meio a meio: 11 a 11. Em 1998, no vice com derrota para a França na final, nova 'vitória' do exterior, sendo 14 a 8.
Em 2002, já com 23 profissionais podendo ser chamados, Felipão voltou ao passado e convocou mais atletas que jogavam no Brasil (13) do que fora (10). O penta veio, e uma escrita se manteve: nos cinco títulos, a seleção sempre teve mais 'brasileiros' no grupo (1958, 1962, 1970 e 2002) ou, no máximo, um número igual (1994).
Veja quem são os 16 jogadores, de 118 chamados, para defender a seleção nas últimas 5 Copas do Mundo que atuam/atuavam no Brasil
2022, no Qatar
3 'brasileiros' (de 26 convocados)
Flamengo
1 - Everton Ribeiro (meio-campista)
2 - Pedro (atacante)
Palmeiras
3 - Weverton (goleiro)
2018, na Rússia
3 'brasileiros' (de 23 convocados)
Corinthians
1 - Cássio (goleiro)
2 - Fagner (lateral-direiro)
Grêmio
3 - Pedro Geromel (zagueiro)
2014, no Brasil
4 'brasileiros' (de 23 convocados)
Atlético-MG
1 - Victor (goleiro)
2 - Jô (atacante)
Botafogo
3 - Jefferson (goleiro)
Fluminense
4 - Fred (atacante)
2010, na África do Sul
3 'brasileiros' (de 23 convocados)
Cruzeiro
1 - Gilberto (lateral-esquerdo)
Flamengo
2 - Kléberson (meio-campista)
Santos
3 - Robinho (atacante)
2006, na Alemanha
3 'brasileiros' (de 23 convocados)
Corinthians
1 - Ricardinho (meio-campista)
São Paulo
2 - Mineiro (meio-campista)
3 - Rogério Ceni (goleiro)
Abaixo, a relação da última Copa do Mundo em que a seleção teve mais 'brasileiros' que 'estrangeiros' convocados
2002, em Coreia do Sul e Japão
13 'brasileiros' (de 23 convocados)
Athletico-PR
1 - Kléberson (meio-campista)
Atlético-MG
2 - Gilberto Silva (meio-campista)
Corinthians
3 - Dida (goleiro)
4 - Vampeta (meio-campista)
5 - Ricardinho (meio-campista)
Cruzeiro
6 - Edílson (atacante)
Flamengo
7 - Vampeta (meio-campista)
Grêmio
8 - Anderson Polga (zagueiro)
9 - Luizão (atacante)
Palmeiras
10 - Marcos (goleiro)
São Paulo
11 - Rogério Ceni (goleiro)
12 - Belletti (lateral-direito)
13 - Kaká (meio-campista)
VEJA TAMBÉM
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Agora, de 118 jogadores chamados no total para os últimos cinco Mundiais, 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022, apenas 16 atuam ou atuavam em clubes do Brasil no período da competição. Só 13,55% do total.
Na lista atual, o 'trio nacional' é formado pelo goleiro Weverton, do Palmeiras, o meio-campista Everton Ribeiro e o atacante Pedro, ambos do Flamengo.
É uma nova tendência que veio para ficar, invertendo o que aconteceu durante muito tempo no passado.
Durante 13 Copas seguidas, de 1930 a 1986, a seleção brasileira sempre teve mais atletas que atuavam no país do que no exterior. A mudança aconteceu pela primeira vez em 1990, quando o técnico Sebastião Lazaroni chamou 12 'estrangeiros' e dez 'brasileiros'.
Questionado sobre o assunto, Tite respondeu: "Pergunta bastante ampla, remete a um aspecto estrutural do futebol, investimento financeiro, que se amplia, teríamos que aprofundar."
Em 1994, o tetra veio com Carlos Alberto Parreira no comando e uma seleção meio a meio: 11 a 11. Em 1998, no vice com derrota para a França na final, nova 'vitória' do exterior, sendo 14 a 8.
Em 2002, já com 23 profissionais podendo ser chamados, Felipão voltou ao passado e convocou mais atletas que jogavam no Brasil (13) do que fora (10). O penta veio, e uma escrita se manteve: nos cinco títulos, a seleção sempre teve mais 'brasileiros' no grupo (1958, 1962, 1970 e 2002) ou, no máximo, um número igual (1994).
Veja quem são os 16 jogadores, de 118 chamados, para defender a seleção nas últimas 5 Copas do Mundo que atuam/atuavam no Brasil
2022, no Qatar
3 'brasileiros' (de 26 convocados)
Flamengo
1 - Everton Ribeiro (meio-campista)
2 - Pedro (atacante)
Palmeiras
3 - Weverton (goleiro)
2018, na Rússia
3 'brasileiros' (de 23 convocados)
Corinthians
1 - Cássio (goleiro)
2 - Fagner (lateral-direiro)
Grêmio
3 - Pedro Geromel (zagueiro)
2014, no Brasil
4 'brasileiros' (de 23 convocados)
Atlético-MG
1 - Victor (goleiro)
2 - Jô (atacante)
Botafogo
3 - Jefferson (goleiro)
Fluminense
4 - Fred (atacante)
2010, na África do Sul
3 'brasileiros' (de 23 convocados)
Cruzeiro
1 - Gilberto (lateral-esquerdo)
Flamengo
2 - Kléberson (meio-campista)
Santos
3 - Robinho (atacante)
2006, na Alemanha
3 'brasileiros' (de 23 convocados)
Corinthians
1 - Ricardinho (meio-campista)
São Paulo
2 - Mineiro (meio-campista)
3 - Rogério Ceni (goleiro)
Abaixo, a relação da última Copa do Mundo em que a seleção teve mais 'brasileiros' que 'estrangeiros' convocados
2002, em Coreia do Sul e Japão
13 'brasileiros' (de 23 convocados)
Athletico-PR
1 - Kléberson (meio-campista)
Atlético-MG
2 - Gilberto Silva (meio-campista)
Corinthians
3 - Dida (goleiro)
4 - Vampeta (meio-campista)
5 - Ricardinho (meio-campista)
Cruzeiro
6 - Edílson (atacante)
Flamengo
7 - Vampeta (meio-campista)
Grêmio
8 - Anderson Polga (zagueiro)
9 - Luizão (atacante)
Palmeiras
10 - Marcos (goleiro)
São Paulo
11 - Rogério Ceni (goleiro)
12 - Belletti (lateral-direito)
13 - Kaká (meio-campista)
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