A nova diretoria do Grêmio ainda ajusta detalhes do orçamento para 2023, que será votado na próxima semana no Conselho Deliberativo. O que já está definido é a previsão de receitas com premiações nas competições nacionais que o clube irá disputar. O Tricolor projeta chegar pelo menos até a terceira fase da Copa do Brasil e terminar o Campeonato Brasileiro entre os oito primeiros colocados.
Esses objetivos fazem parte do planejamento orçamentário para a próxima temporada e são premissas financeiras que o clube traçou. Não correspondem, porém, aos objetivos esportivos que a direção e comissão técnica ambicionam nas competições.
Na Copa do Brasil, as premiações e pagamentos por direitos de TV variam de acordo com as fases da competição. O Grêmio orçou chegar à terceira fase, que em 2002 valeu R$ 1,9 milhão para os clubes classificados, além do montante arrecadado nas duas fases anteriores. Se chegar às oitavas de final, o clube já terá superado a previsão de receitas nessa competição.
No Brasileirão, parte do pagamento dos direitos de transmissão no campeonato também leva em conta a performance da equipe. Portanto, quanto melhor posicionado na tabela, mais o clube arrecada.
Nos últimos anos, virou tradição da parte administrativa do Grêmio fazer projeções "conservadoras" para o desempenho do time nas competições. O clube opta por esse perfil para não depender financeiramente de uma grande performance dentro de campo e minimizar a chance de prejuízo.
A meta de ficar entre os oito primeiros na tabela do Brasileirão é a mesma que foi adotada em anos anteriores. Nas competições de mata-mata, o clube costuma orçar apenas o que está garantido, sem contar com classificações às fases seguintes.
Quando disputa a Libertadores, por exemplo, a previsão é a participação na fase de grupos. Na Copa do Brasil, o clube costuma orçar as oitavas de final quando entra direto nessa fase da competição. Nesse ano, projetou classificação nas duas primeiras fases, o que não deixa de ser uma previsão modesta por parte do clube.
Após um ano de disputa na Série B, o Grêmio deve encerrar o exercício de 2022 com déficit de R$ 55 milhões. Com o retorno à elite na próxima temporada, o clube projeta um incremento de R$ 80 a R$ 100 milhões no orçamento apenas com direitos de TV, aumento na adesão do quadro social e acordos comerciais.
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Esses objetivos fazem parte do planejamento orçamentário para a próxima temporada e são premissas financeiras que o clube traçou. Não correspondem, porém, aos objetivos esportivos que a direção e comissão técnica ambicionam nas competições.
Na Copa do Brasil, as premiações e pagamentos por direitos de TV variam de acordo com as fases da competição. O Grêmio orçou chegar à terceira fase, que em 2002 valeu R$ 1,9 milhão para os clubes classificados, além do montante arrecadado nas duas fases anteriores. Se chegar às oitavas de final, o clube já terá superado a previsão de receitas nessa competição.
No Brasileirão, parte do pagamento dos direitos de transmissão no campeonato também leva em conta a performance da equipe. Portanto, quanto melhor posicionado na tabela, mais o clube arrecada.
Nos últimos anos, virou tradição da parte administrativa do Grêmio fazer projeções "conservadoras" para o desempenho do time nas competições. O clube opta por esse perfil para não depender financeiramente de uma grande performance dentro de campo e minimizar a chance de prejuízo.
A meta de ficar entre os oito primeiros na tabela do Brasileirão é a mesma que foi adotada em anos anteriores. Nas competições de mata-mata, o clube costuma orçar apenas o que está garantido, sem contar com classificações às fases seguintes.
Quando disputa a Libertadores, por exemplo, a previsão é a participação na fase de grupos. Na Copa do Brasil, o clube costuma orçar as oitavas de final quando entra direto nessa fase da competição. Nesse ano, projetou classificação nas duas primeiras fases, o que não deixa de ser uma previsão modesta por parte do clube.
Após um ano de disputa na Série B, o Grêmio deve encerrar o exercício de 2022 com déficit de R$ 55 milhões. Com o retorno à elite na próxima temporada, o clube projeta um incremento de R$ 80 a R$ 100 milhões no orçamento apenas com direitos de TV, aumento na adesão do quadro social e acordos comerciais.
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