O futuro de Walter Kannemann no Grêmio para os próximos anos ainda é uma incógnita. Em reta final de contrato, o zagueiro argentino ainda aguarda um retorno do presidente Alberto Guerra para bater o martelo sobre o seu futuro. Após um primeiro contato nos bastidores, o mandatário não voltou a conversar com o empresário do jogador.
De acordo com informação do jornalista João Batista Filho, durante a conversa com o agente do zagueiro, a resposta foi de que Kannemann deseja manter seu salário atual, de R$ 1,1 milhão, além de assinar um vínculo com a duração de quatro anos. Neste cenário, o argentino, que pensa em se aposentar no Imortal, teria 35 anos ao fim do novo vínculo.
Guerra ouviu o desejo do jogador e prometeu voltar a conversar para apresentar uma contraproposta. No entanto, passados quatro dias do prazo estabelecido, o empresário ainda não foi procurado por nenhum representante do Tricolor. Na mira de clubes argentinos, como Boca Juniors, Racing e Lanús, Kannemann quer aguardar o clube gaúcho antes de pensar em uma transferência.
Em entrevista publicada pelo jornal Correio do Povo, o vice-presidente Fábio Floriani abriu o jogo sobre o futuro do argentino na Arena. Na visão do dirigente, é mais interessante manter o zagueiro no elenco do que ir ao mercado da bola para procurar uma reposição.
“Não vale a pena investir em um outro zagueiro. O Kannemann está em casa. Ele tem um salário expressivo, não é uma negociação fácil, mas vamos tratar com o pessoal do futebol para podermos mantê-lo. A situação do Kannemann é peculiar. Ele ainda tem mais tempo de produtividade, ele já comprovou sua performance em bom estado físico. Então estando inteiro, ele se paga“, analisou o VP.
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De acordo com informação do jornalista João Batista Filho, durante a conversa com o agente do zagueiro, a resposta foi de que Kannemann deseja manter seu salário atual, de R$ 1,1 milhão, além de assinar um vínculo com a duração de quatro anos. Neste cenário, o argentino, que pensa em se aposentar no Imortal, teria 35 anos ao fim do novo vínculo.
Guerra ouviu o desejo do jogador e prometeu voltar a conversar para apresentar uma contraproposta. No entanto, passados quatro dias do prazo estabelecido, o empresário ainda não foi procurado por nenhum representante do Tricolor. Na mira de clubes argentinos, como Boca Juniors, Racing e Lanús, Kannemann quer aguardar o clube gaúcho antes de pensar em uma transferência.
Em entrevista publicada pelo jornal Correio do Povo, o vice-presidente Fábio Floriani abriu o jogo sobre o futuro do argentino na Arena. Na visão do dirigente, é mais interessante manter o zagueiro no elenco do que ir ao mercado da bola para procurar uma reposição.
“Não vale a pena investir em um outro zagueiro. O Kannemann está em casa. Ele tem um salário expressivo, não é uma negociação fácil, mas vamos tratar com o pessoal do futebol para podermos mantê-lo. A situação do Kannemann é peculiar. Ele ainda tem mais tempo de produtividade, ele já comprovou sua performance em bom estado físico. Então estando inteiro, ele se paga“, analisou o VP.
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