Roger comanda treino do Grêmio antes de duelo
(Foto: Diego Guichard)
O sábado será de estreia na Arena. Mas nada do novo centroavante que o Grêmio busca no mercado, que deve ser Carlos Muñoz. O rival Palmeiras terá pela primeira vez o bicampeão Marcelo Oliveira no banco de reservas. A troca no comando, que já foi utilizada a favor dos gaúchos nesta temporada, após a saída de Felipão, é um fator a mais que preocupa os gremistas. Há duas rodadas, o Tricolor foi superado pelo São Paulo, do também estreante Juan Carlos Osorio, e tinha sua pior partida sob a batuta de Roger.
Além das qualidades do Verdão em campo, o início da caminhada de Marcelo Oliveira no clube vira uma preocupação a mais para os gaúchos. Por isso, essa preocupação a mais.
- Quando se troca o comando, a gente sabe que dá mais motivação. Mas, aqui dentro de casa, temos que fazer a vitória, como fizemos. Ainda vou estudar Palmeiras. Vamos montar a estratégia, mas é um adversário muito forte - explicou o comandante gremista.
Inicialmente, o Grêmio voou a partir da estreia do seu comandante. Roger fez sua primeira partida no empate com o Goiás, no Serra Dourada, em 31 de maio. Apesar do 1 a 1, o time mostrou evolução e apresentou bom desempenho. Na rodada seguinte, no encontro do ídolo com os torcedores gremistas, em 3 de junho, o Tricolor teve talvez a melhor atuação na temporada, com dois gols em menos de 10 minutos e vitória por 3 a 1 sobre o Corinthians de Tite, mentor do ex-lateral.
Só que a sequência positiva não se confirmou no jogo seguinte. Contra o São Paulo, em 6 de junho, a equipe gremista não repetiu os desempenhos das rodadas anteriores. Foi totalmente dominada por um rival que também estreava uma nova filosofia de trabalho, com o colombiano Juan Carlos Osorio em sua primeira partida.

Única derrota de Roger foi contra um treinador estreante, no caso Osorio (Foto: Marcos Ribolli)
Marcelo Oliveira comandou seu primeiro coletivo na tarde de quarta-feira. Já recebeu os primeiros elogios do elenco. O meia Robinho, por exemplo, afirmou que o elenco terá que "correr muito" para agradar ao novo técnico. O que vai ao encontro do discurso de dificuldade dos gremistas.
O Tricolor, porém, conta com o bom retrospecto dentro da Arena. Roger tem vitórias sobre Corinthians e Atlético-PR. Com Felipão, o time empatou com a Ponte Preta na primeira rodada, enquanto venceu o Figueirense com James Freitas.
- Se você se entregar, está bem com ele (Roger). É um quesito que a gente foca bastante. Esse fator aconteceu com a gente. Todos querem mostrar para o técnico novo, será uma dificuldade a mais - avaliou o zagueiro Pedro Geromel.
A presença de Roger não apenas pelo seu conhecimento técnico é importante. O meia-atacante Luan admitiu que os discursos do treinador são uma motivação a mais para os jogadores que estão entrando em campo. As palavras inflamadas ocorreram antes dos jogos com o Corinthians e com o Atlético-PR, as duas vitórias gremistas na Arena sob o comando do ex-lateral e ídolo da torcida.
Até o momento, são sete quedas de treinadores, desde o início do Brasileirão. Além das demissões de Felipão, Oswaldo de Oliveira e da mudança de Milton Cruz para Osorio, ainda há as saídas de Hemerson Maria (Joinville), Ricardo Drubscky (Fluminense), Vanderlei Luxemburgo (Flamengo) e Marcelo Oliveira (Cruzeiro). O Tricolor treina nas tardes desta quinta e sexta-feira antes do confronto com os paulistas.
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(Foto: Diego Guichard)
O sábado será de estreia na Arena. Mas nada do novo centroavante que o Grêmio busca no mercado, que deve ser Carlos Muñoz. O rival Palmeiras terá pela primeira vez o bicampeão Marcelo Oliveira no banco de reservas. A troca no comando, que já foi utilizada a favor dos gaúchos nesta temporada, após a saída de Felipão, é um fator a mais que preocupa os gremistas. Há duas rodadas, o Tricolor foi superado pelo São Paulo, do também estreante Juan Carlos Osorio, e tinha sua pior partida sob a batuta de Roger.
Além das qualidades do Verdão em campo, o início da caminhada de Marcelo Oliveira no clube vira uma preocupação a mais para os gaúchos. Por isso, essa preocupação a mais.
- Quando se troca o comando, a gente sabe que dá mais motivação. Mas, aqui dentro de casa, temos que fazer a vitória, como fizemos. Ainda vou estudar Palmeiras. Vamos montar a estratégia, mas é um adversário muito forte - explicou o comandante gremista.
Inicialmente, o Grêmio voou a partir da estreia do seu comandante. Roger fez sua primeira partida no empate com o Goiás, no Serra Dourada, em 31 de maio. Apesar do 1 a 1, o time mostrou evolução e apresentou bom desempenho. Na rodada seguinte, no encontro do ídolo com os torcedores gremistas, em 3 de junho, o Tricolor teve talvez a melhor atuação na temporada, com dois gols em menos de 10 minutos e vitória por 3 a 1 sobre o Corinthians de Tite, mentor do ex-lateral.
Só que a sequência positiva não se confirmou no jogo seguinte. Contra o São Paulo, em 6 de junho, a equipe gremista não repetiu os desempenhos das rodadas anteriores. Foi totalmente dominada por um rival que também estreava uma nova filosofia de trabalho, com o colombiano Juan Carlos Osorio em sua primeira partida.

Única derrota de Roger foi contra um treinador estreante, no caso Osorio (Foto: Marcos Ribolli)
Marcelo Oliveira comandou seu primeiro coletivo na tarde de quarta-feira. Já recebeu os primeiros elogios do elenco. O meia Robinho, por exemplo, afirmou que o elenco terá que "correr muito" para agradar ao novo técnico. O que vai ao encontro do discurso de dificuldade dos gremistas.
O Tricolor, porém, conta com o bom retrospecto dentro da Arena. Roger tem vitórias sobre Corinthians e Atlético-PR. Com Felipão, o time empatou com a Ponte Preta na primeira rodada, enquanto venceu o Figueirense com James Freitas.
- Se você se entregar, está bem com ele (Roger). É um quesito que a gente foca bastante. Esse fator aconteceu com a gente. Todos querem mostrar para o técnico novo, será uma dificuldade a mais - avaliou o zagueiro Pedro Geromel.
A presença de Roger não apenas pelo seu conhecimento técnico é importante. O meia-atacante Luan admitiu que os discursos do treinador são uma motivação a mais para os jogadores que estão entrando em campo. As palavras inflamadas ocorreram antes dos jogos com o Corinthians e com o Atlético-PR, as duas vitórias gremistas na Arena sob o comando do ex-lateral e ídolo da torcida.
Até o momento, são sete quedas de treinadores, desde o início do Brasileirão. Além das demissões de Felipão, Oswaldo de Oliveira e da mudança de Milton Cruz para Osorio, ainda há as saídas de Hemerson Maria (Joinville), Ricardo Drubscky (Fluminense), Vanderlei Luxemburgo (Flamengo) e Marcelo Oliveira (Cruzeiro). O Tricolor treina nas tardes desta quinta e sexta-feira antes do confronto com os paulistas.
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