Foto: Reprodução
Em entrevista concedida nesta semana para o quadro “Um Assado Para…”, do canal no YouTube do jornalista Duda Garbi, o ex-meia Tcheco, capitão do Grêmio na década de 2000, relembrou um episódio triste para os torcedores do Imortal.
Antes de fazer o segundo jogo da final da Libertadores contra o Boca Juniors, em 2007, o então executivo de futebol tricolor Paulo Pelaipe deu uma declaração que entrou para a história do folclóre gaúcho. Precisando reverter a vantagem dos argentinos, que haviam ganho o primeiro duelo por 3 a 0, Pelaipe afirmou que o Boca Juniors era um “Caxias com grife”, dando esperanças à torcida gremista.
Apesar do otimismo, a frase de efeito não surtiu efeito, afinal o clube argentino também ganhou o segundo confronto da final, dessa vez por 2 a 0, no Estádio Olímpico. Por conta disso, Tcheco revelou que a declaração não lhe agradou na época, apesar de entender os motivos.
"Não é uma declaração que tinha que ser dada. Hoje eu entendo os motivos. Muitas vezes temos boas intenções, mas que não são bem interpretadas. Foi uma arma para a imprensa. O Boca não ligaria muito para isso. Criou mais armas contra do que a favor. Não era algo para se dizer e não deu certo”, opinou Tcheco.
Tcheco foi sondado pelo Tricolor para cargo de auxiliar técnico
Atualmente técnico de futebol, Tcheco despertou o interesse do novo presidente gremista, o ex-vice de futebol Alberto Guerra. Segundo informações, o mandatário tricolor queria contar com o ex-jogador para ser auxiliar permanente da equipe principal do Imortal.
Anunciado recentemente como treinador do Azuriz, do Paraná, Tcheco viria para integrar a comissão técnica de Renato Portaluppi, que acertou a sua renovação contratual nas últimas semanas. No entanto, por achar que não teria protagonismo no processo de trabalho, o ex-jogador decidiu dar andamento na sua carreira de treinador, negando a proposta do presidente gremista.
Grêmio, Imortal, Tcheco, Passado, Resenha
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Antes de fazer o segundo jogo da final da Libertadores contra o Boca Juniors, em 2007, o então executivo de futebol tricolor Paulo Pelaipe deu uma declaração que entrou para a história do folclóre gaúcho. Precisando reverter a vantagem dos argentinos, que haviam ganho o primeiro duelo por 3 a 0, Pelaipe afirmou que o Boca Juniors era um “Caxias com grife”, dando esperanças à torcida gremista.
Apesar do otimismo, a frase de efeito não surtiu efeito, afinal o clube argentino também ganhou o segundo confronto da final, dessa vez por 2 a 0, no Estádio Olímpico. Por conta disso, Tcheco revelou que a declaração não lhe agradou na época, apesar de entender os motivos.
"Não é uma declaração que tinha que ser dada. Hoje eu entendo os motivos. Muitas vezes temos boas intenções, mas que não são bem interpretadas. Foi uma arma para a imprensa. O Boca não ligaria muito para isso. Criou mais armas contra do que a favor. Não era algo para se dizer e não deu certo”, opinou Tcheco.
Tcheco foi sondado pelo Tricolor para cargo de auxiliar técnico
Atualmente técnico de futebol, Tcheco despertou o interesse do novo presidente gremista, o ex-vice de futebol Alberto Guerra. Segundo informações, o mandatário tricolor queria contar com o ex-jogador para ser auxiliar permanente da equipe principal do Imortal.
Anunciado recentemente como treinador do Azuriz, do Paraná, Tcheco viria para integrar a comissão técnica de Renato Portaluppi, que acertou a sua renovação contratual nas últimas semanas. No entanto, por achar que não teria protagonismo no processo de trabalho, o ex-jogador decidiu dar andamento na sua carreira de treinador, negando a proposta do presidente gremista.
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