Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS
A nova fórmula de funcionamento do departamento de futebol do Grêmio, que será anunciada nesta quarta-feira por Romildo Bolzan Júnior, não provocará a saída do executivo de futebol Rui Costa.
Junto com o diretor César Pacheco, ele "fará parte da engrenagem", disse o presidente.
Bolzan reconhece que Rui Costa, no cargo desde o início de 2013, tem sofrido críticas, tanto de conselheiros quanto de torcedores.
Por isso, decidiu preservá-lo de decisões mais fortes, que ficam com o próprio Bolzan e Pacheco. Até mesmo de entrevistas o executivo foi orientado a ficar fora.
— As pessoas não avaliam seus acertos. Geromel, Rhodolfo e Giuliano, por exemplo, vieram por ele. Está confirmado no cargo. Não sei até quando ficará. De repente, recebe outra proposta — pondera o dirigente.
Bolzan não dá pistas sobre o novo conceito do departamento de futebol. Só antecipa que não será trazida qualquer pessoa de fora, o que exclui Dênis Abrahão, cujo nome foi solicitado em um abaixo-assinado por pelo menos 60 conselheiros ligados a diversos movimentos políticos.
Não haverá um comando único. As decisões serão tomadas em conjunto, por um grupo cujos integrantes não é anunciado. Não se descarta que Bolzan siga acumulando a função, o que acontece desde a saída de Felipão e a contratação de Roger Machado. César Pacheco poderá ganhar mais poderes.
Não será convocada entrevista coletiva para o anúncio. A tendência é que o comunicado seja feito aos jornalistas que estiverem cobrindo o treinamento da tarde desta quarta-feira.
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Junto com o diretor César Pacheco, ele "fará parte da engrenagem", disse o presidente.
Bolzan reconhece que Rui Costa, no cargo desde o início de 2013, tem sofrido críticas, tanto de conselheiros quanto de torcedores.
Por isso, decidiu preservá-lo de decisões mais fortes, que ficam com o próprio Bolzan e Pacheco. Até mesmo de entrevistas o executivo foi orientado a ficar fora.
— As pessoas não avaliam seus acertos. Geromel, Rhodolfo e Giuliano, por exemplo, vieram por ele. Está confirmado no cargo. Não sei até quando ficará. De repente, recebe outra proposta — pondera o dirigente.
Bolzan não dá pistas sobre o novo conceito do departamento de futebol. Só antecipa que não será trazida qualquer pessoa de fora, o que exclui Dênis Abrahão, cujo nome foi solicitado em um abaixo-assinado por pelo menos 60 conselheiros ligados a diversos movimentos políticos.
Não haverá um comando único. As decisões serão tomadas em conjunto, por um grupo cujos integrantes não é anunciado. Não se descarta que Bolzan siga acumulando a função, o que acontece desde a saída de Felipão e a contratação de Roger Machado. César Pacheco poderá ganhar mais poderes.
Não será convocada entrevista coletiva para o anúncio. A tendência é que o comunicado seja feito aos jornalistas que estiverem cobrindo o treinamento da tarde desta quarta-feira.
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