O fundo Mubadala fez uma proposta de R$ 4 bilhões para os clubes da Libra só por 20% dos direitos deles no Brasileiro. No início da semana, a maioria dos 18 clubes da Libra já assinou o MOU (memorando de entendimento) com o fundo, entre eles Flamengo e Palmeiras. É uma espécie de pré-contrato, um primeiro passo.
Agora, haverá ainda duas instâncias complexas de negociação até um acordo definitivo a ser aprovado pelos poderes dos clubes.
A oferta dos Emirados Árabes Unidos está dividida em dois. A prioridade é comprar 20% de todos os direitos e formar uma Liga, o que demandaria a adesão de 34 times. A oferta é de R$ 4,75 bilhões de investimentos por essa fatia. No segundo caso, sem a adesão da Liga Forte Futebol, a proposta é de R$ 4 bilhões só pelos direitos de pelo menos 18 clubes da Libra.
O fundo Mubadala já recolheu assinatura dos clubes da Libra de adesão à nova proposta pelos seus direitos. Faltavam poucas assinaturas de clubes desse pré-contrato. Flamengo, Corinthians e Palmeiras, por exemplo, já tinham assinado.
Há conversas com clubes da LFF para tentar atraí-los. A partir da divulgação da proposta, eles foram apresentados aos números. Mas, no momento, ainda não houve movimento de outras adesões.
Já a XP apresentou uma planilha de pagamentos antecipados para os clubes da LFF para garantir a assinatura definitiva do contrato com o fundo Seringetti e a corretora LCP. Também visa a um acordo por 20% dos direitos dos clubes no Brasileiro. Na antecipação do dinheiro, a XP quer que os times deem como garantia seus direitos futuros no Brasileiro em uma alienação fiduciária.
A proposta não foi só apresentada aos clubes da LFF. A XP apresentou a oferta de investimento imediato para todos os times paulistas com valores a serem depositados em favor deles. Para isso, teriam de dar os direitos no Brasileiro como garantia. Mas não há sinal de que tenham atraído os grandes de São Paulo.
Os investidores também conversam entre si, mas não parecem perto de um acordo.
Neste cenário, os clubes terão um prazo de dois meses para decidir seus rumos. É nesse prazo que se espera acordos assinados dos clubes com os fundos. A partir daí, quem tiver um time na sua carteira vai no mercado para negociar com TVs, empresas de publicidade, etc. A Liga única é um cenário possível ainda, mas distante no momento.
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