Nesta quarta-feira (14), através de uma nota oficial, o Grêmio se manifestou publicamente sobre a decisão da Justiça de determinar a penhora da Arena Porto Alegrense por conta de dívidas com a construção do estádio.
Segundo o clube gaúcho, o risco de deixar o estádio não existe, uma vez que "não é parte neste processo e tem direito de receber a Arena livre e desembaraçada de quaisquer ônus".
O Grêmio também se prontificou a tratar o tema com atenção e trazer novas informações para o seu torcedor.
Leia a nota oficial na íntegra:
"O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense vem a público se manifestar sobre a decisão proferida pela Justiça Estadual de São Paulo com relação à penhora da Arena, divulgada pela imprensa nesta terça-feira, 13.
O Clube informa que este é um assunto que vem sendo acompanhado de perto pela atual gestão, por advogados internos e externos designados para tratarem especificamente sobre o assunto.
É importante frisar que o Grêmio não é parte neste processo e que tem direito de receber a Arena livre e desembaraçada de quaisquer ônus.
Com isso, o Clube, por meio da presente nota, visa tranquilizar a sua torcida que continuará como mandante de seus jogos no estádio.
O tema seguirá merecendo a melhor da nossa atenção e, quando oportuno, a instituição poderá, eventualmente, trazer novas informações aos nossos torcedores."
Determinação de penhora da Justiça
Na terça-feira (13), a Justiça de São Paulo, através da juíza Adriana Cardoso dos Reis, determinou a penhora do local por conta de dívidas com a construção do estádio.
Os bancos Banrisul, Banco do Brasil e Santander cobram da Arena um montante que chega R$ 226,39 milhões referentes aos financiamentos feito na época.
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A decisão que corre na 37ª Vara do Foro Central de São Paulo cabe recurso. Essa não é a primeira vez que o Grêmio encontra problemas judiciais envolvendo o estádio.
Em julho, a mesma juíza Adriana Cardoso dos Reis também determinou que a Arena Porto Alegrense pagasse os débitos existentes em relação à construção. Vale lembrar que o Grêmio não é réu do processo.
Na época da construção do estádio, cada banco repassou R$ 70 milhões para a Arena Porto Alegrense, com a promessa de pagamento em 100 parcelas, de 2013 a 2021.
Alguns compromissos, porém, não foram cumpridos, fazendo com que os bancos entrassem com a ação. O valor cobrado de R$ 226,39 milhões leva em conta multas por atraso.
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Comentários
Comentários (1)
Eu não entendo e muitos torcedores como eu, a direção atual nem a anterior não acompanha esta divida da Aren
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