Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
O imprevisível Flamengo, os quase 51 mil torcedores, o histórico Maracanã e a distância de casa assustaram o Grêmio no Rio. Guerrero marcou o gol solitário dos cariocas, que ainda acertaram o travessão e obrigaram Marcelo Grohe a fazer as defesas mais importantes do bom jogo. Os gaúchos não tiveram poder de reação. O Mengão quase fez mais.
Ao contrário de atuar com a intensidade que carimbou o início do trabalho de Roger Machado, o Grêmio passou a tocar a bola, a rodar e a pisar no freio. Velocidade só a de Emerson Sheik, o melhor em campo, o atacante que o Grêmio precisa ter, mas não encontra na base, nas redondezas ou no Exterior.
Falha Roger ao insistir com o desestimulante Douglas, herança de Felipão. Repete o erro quando chama Fernandinho. São dois jogadores que abusam das jogadas individuais, erram dribles e a grande maioria dos passes. São atletas que não agregam em equipes competitivas. A troca é comum e não dá certo.
O jogo mostrou problemas que o treinador precisa consertar com urgência. São três derrotas (Chapecoense, Flamengo e Criciúma) nos últimos quatro enfrentamentos entre o Brasileirão e a Copa do Brasil.
Roger deve chamar Walace. Explicar que o futebol é coletivo e que volante não precisa driblar e enfeitar as jogadas. Pedir que Luan largue a bola com mais rapidez. Orientar Galhardo na hora da marcação e do apoio. Fazer com que Pedro Rocha entre na grande área. Falta fome de gol ao ataque do Grêmio. Faltam atacantes mais qualificados. Falta conclusão.
O Grêmio perdeu para um Flamengo desorganizado, estruturado em cima das suas individualidades. Jamais conseguiu contra-atacar com perigo. Quando teve a bola no pé, abusou dos passes laterais e perdeu a velocidade. Não surpreendeu o adversário. Não usou jogadas ensaiadas. Nem nas bolas paradas foi feliz. Chutes ao gol? Quase nada.
Giuliano, um dos poucos que cria e marca gols, fez uma partida abaixo da sua média. Quando ele não acerta, o Grêmio cai. Quando Luan acompanha Giuliano numa má jornada, a derrota chega sem pedir licença. O adversário não importa, pode ser até um dos mais irregulares da competição como o carente Flamengo de julho de 2015.
O Grêmio, ao contrário de imprimir velocidade, fica preso no trânsito pesado da tabela.
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Ao contrário de atuar com a intensidade que carimbou o início do trabalho de Roger Machado, o Grêmio passou a tocar a bola, a rodar e a pisar no freio. Velocidade só a de Emerson Sheik, o melhor em campo, o atacante que o Grêmio precisa ter, mas não encontra na base, nas redondezas ou no Exterior.
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