O dia seguinte à chuva de erros de arbitragem na rodada do Brasileirão foi de pressão de dirigentes pela demissão de Sérgio Corrêa, chefe dos juízes. Porém, a CBF não deu sinais de que está disposta a entregar a cabeça dele. Pelo menos oficialmente, a reação é contrária. “O Sérgio está prestigiadíssimo. O trabalho do árbitro é muito complexo e errar acontece”, disse Walter Feldman, secretário-geral da Confederação Brasileira.
O cartola ainda elogiou a postura do presidente da comissão de arbitragem em reunião nesta segunda-feira com Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo, revoltado com erros que prejudicaram seu time na derrota por 4 a 2 para o Palmeiras. “O Sérgio foi muito bem, deu muitas explicações técnicas. Falou da grande quantidade de decisões que o juiz tem que tomar em poucos segundos num lance”, declarou Feldman, sem detalhar as respostas dadas para cada queixa específica.
A cabeça de Corrêa já tinha sido pedida por Modesto Roma Júnior, presidente do Santos, que também já foi prejudicado pelas falhas mas na última rodada teve um pênalti polêmico marcado a seu favor no empate sem gols com o Atlético-PR. Modesto, chegou a fazer campanha para Corrêa ser substituído por Marcos Marinho, presidente da comissão de arbitragem da Federação Paulista. Mas a ideia parece não empolgar a maioria dos clubes.
Neste momento, a discussão extrapola os acontecimentos dentro de campo. Cartolas de outros Estados, como Mario Celso Petraglia, presidente do Atlético-PR, apontam poder exagerado dos paulistas na CBF, comandada por um cartola de São Paulo (Marco Polo Del Nero) que colocou conterrâneos em postos importantes.
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A cabeça de Corrêa já tinha sido pedida por Modesto Roma Júnior, presidente do Santos, que também já foi prejudicado pelas falhas mas na última rodada teve um pênalti polêmico marcado a seu favor no empate sem gols com o Atlético-PR. Modesto, chegou a fazer campanha para Corrêa ser substituído por Marcos Marinho, presidente da comissão de arbitragem da Federação Paulista. Mas a ideia parece não empolgar a maioria dos clubes.
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