O Grêmio divulgou um relatório detalhado com o número de lesões no primeiro semestre de 2024, mostrando resultados positivos em relação à redução das ocorrências. O Departamento de Ciência, Saúde e Performance (DCSP) destacou avanços na estratégia de minimizar os riscos de lesões associadas ao envelhecimento e ao histórico dos jogadores, com o objetivo de reduzir a idade biológica dos atletas. Durante os primeiros seis meses do ano, a equipe registrou 23 lesões, resultando em uma média de 0,48 lesões por atleta.
O relatório também revelou que 38% das lesões ocorreram durante os treinos, 57% durante os jogos e 5% em outros contextos. Além disso, 17 lesões resultaram na interrupção imediata da sessão de treinamento ou jogo, impossibilitando os atletas de continuarem. Houve uma redução nas lesões "sem contato", como distensões musculares, rupturas de ligamentos e entorses, com uma média de 0,40 lesões por jogo, comparada a 0,78 em 2023.
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