O Grêmio enfrenta uma realidade itinerante desde maio, sem a Arena para realizar os jogos. Até o momento, o clube gastou cerca de R$ 12 milhões com despesas de hospedagem, aluguel de estádios e translados, sem receber ajuda da CBF para cobrir esses custos. O retorno da Arena está marcado para o dia 1º de setembro, contra o Atlético-MG, pela 25ª rodada do Brasileirão, após 12 jogos como mandante longe de Porto Alegre. Neste período, a equipe mandou os jogos em quatro estádios diferentes, tendo despesas principalmente com deslocamentos em voos fretados e por via terrestre, hospedagens e valores para usar outros estádios.
Além disso, o clube também precisou treinar fora da capital gaúcha devido à enchente que atingiu o CT Luiz Carvalho. Os jogadores e a comissão técnica utilizaram o CT Joaquim Grava, do Corinthians, e posteriormente a estrutura do Coritiba e do Paraná, em Curitiba. As atividades em Porto Alegre foram retomadas no dia 27 de junho, 40 dias após o elenco voltar a treinar.
Em relação à possibilidade de ressarcimento por parte da CBF, o presidente Alberto Guerra demonstrou otimismo após uma reunião realizada na sede da entidade, onde foi discutido o seguimento do Campeonato Brasileiro. A CBF prometeu estudar o caso do Grêmio e de outros clubes afetados pela situação, demonstrando sensibilidade à demanda dos mesmos.
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