Foto: André Podiack / Agencia RBS
Bobô estreou de vez no Grêmio. Mostrou serviço. Deixou o seu gol e pifou Pedro Rocha em outro. O centroavante decidiu contra o Figueira em Santa Catarina. Fez o que todo o gremista desejava, mostrou que pode ser útil na reta final da temporada.
Depois de atuações apagadas, veio uma letal, de centroavante efetivo. Com a atuação decisiva de Bobô, o Grêmio venceu por 2 a 0, encostou no vice-líder Galo e abriu gordura no G-4. Temos 41 pontos, precisamos de mais 25 para carimbarmos o passaporte para Libertadores. Faltam oito vitórias, quiçá nove. Estamos no caminho.
O Grêmio superou as adversidades, orgulhou o torcedor. Abriu o placar aos seis minutos. Maxi cobrou o escanteio e Bobô cabeceou quase ajoelhado. Bucha! Logo depois Galhardo cruzou e o centroavante mandou por cima.
Depois do gol, vivemos de conter o Figueira. Escapamos duas vezes de levar o empate. Uma o atacante perdeu sozinho e na outra Bressan cortou com carrinho santo, após quase entregar a rapadura.
Aqui a nota preocupante. O Grêmio fora de casa tem finalizado muito pouco. Contra a Ponte foi assim, contra o Figueira idem. Na etapa final, Bobô cabeceou uma por cima, que era a única conclusão até o gol de Pedro Rocha, depois dos 30 minutos. O Imortal precisa chutar mais, acabar mais o lance.
O gol de Pedro Rocha teve uma troca de passes que é a marca da Era Roger Machado. Toques rápidos e movimentação no espaço futuro. Pedro acionou Bobô e disparou. Recebeu livre para guardar. Pedro Rocha perde seus gols, mas tem estrela, também sabe guardar. Marcou o quinto no Brasileirão.
A excelente vitória fora de casa tem valor estratégico ímpar. Abrimos seis pontos do quinto colocado, garantimos pelo menos mais duas rodadas de G-4, vamos criando gordura, pavimentando caminho para Liberta. Imaginem voltar à Libertadores com Roger na casamata e a Arena administrada pelo Imortal. Por isso, nada de baixar a guarda. Bora empilhar pontos.
Diante do Goiás, na Arena, teremos de nos superar outra vez. Volta Douglas, mas perdemos Pedro Rocha e quem sabe Fernandinho. No primeiro desafio, o banco respondeu bem. Que continue assim.
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Bobô estreou de vez no Grêmio. Mostrou serviço. Deixou o seu gol e pifou Pedro Rocha em outro. O centroavante decidiu contra o Figueira em Santa Catarina. Fez o que todo o gremista desejava, mostrou que pode ser útil na reta final da temporada.
Depois de atuações apagadas, veio uma letal, de centroavante efetivo. Com a atuação decisiva de Bobô, o Grêmio venceu por 2 a 0, encostou no vice-líder Galo e abriu gordura no G-4. Temos 41 pontos, precisamos de mais 25 para carimbarmos o passaporte para Libertadores. Faltam oito vitórias, quiçá nove. Estamos no caminho.
O Grêmio superou as adversidades, orgulhou o torcedor. Abriu o placar aos seis minutos. Maxi cobrou o escanteio e Bobô cabeceou quase ajoelhado. Bucha! Logo depois Galhardo cruzou e o centroavante mandou por cima.
Depois do gol, vivemos de conter o Figueira. Escapamos duas vezes de levar o empate. Uma o atacante perdeu sozinho e na outra Bressan cortou com carrinho santo, após quase entregar a rapadura.
Aqui a nota preocupante. O Grêmio fora de casa tem finalizado muito pouco. Contra a Ponte foi assim, contra o Figueira idem. Na etapa final, Bobô cabeceou uma por cima, que era a única conclusão até o gol de Pedro Rocha, depois dos 30 minutos. O Imortal precisa chutar mais, acabar mais o lance.
O gol de Pedro Rocha teve uma troca de passes que é a marca da Era Roger Machado. Toques rápidos e movimentação no espaço futuro. Pedro acionou Bobô e disparou. Recebeu livre para guardar. Pedro Rocha perde seus gols, mas tem estrela, também sabe guardar. Marcou o quinto no Brasileirão.
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Diante do Goiás, na Arena, teremos de nos superar outra vez. Volta Douglas, mas perdemos Pedro Rocha e quem sabe Fernandinho. No primeiro desafio, o banco respondeu bem. Que continue assim.
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