Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Os garotos ensinaram como se faz três pontos no momento dramático. Mostraram aos mais experientes, aos cascudos, aos outros meias e atacantes. Quando o jogo estava encrespado, apertado, indefinido, Everton e Mamute decidiram. Foi a vitória dos jovens.
Mamute criou. Everton, o melhor em campo, marcou aos 37 minutos do segundo tempo. Entrou na área como um centroavante real e acertou o canto direito do goleiro Renan. Ele tentou por todos os lados. Driblou, chutou e criou. Do seu esforço, nasceu o gol da vitória.
0 2 a 1 ofereceu três pontos ao Grêmio. O Goiás jogou com um a menos desde os 36 minutos do primeiro tempo. Mostrou que vai escapar da Série B. O bom trabalho de Julinho Camargo é visível em campo.
Foi complicado, custoso, superar os bravos goianos na Arena. Fechados, cimentados na defesa, marcaram como nunca, ocuparam os espaços, usaram o contra-ataque e complicaram as ações dos gaúchos. Vacilaram no primeiro tempo, quando Felipe Macedo derrubou Bobô na grande área e foi expulso.
Douglas cobrou. Errou, errou de novo, perdeu o quarto pênalti na temporada. Depois, dos seus pés nasceria o gol de empate. Douglas olhos para os céus. Festejou.
Mesmo com um a mais e em desvantagem no placar, depois da saída errada de Tiago (que se recuperaria depois com duas grandes e decisivas defesas), o Grêmio pecou pela falta de conclusões. Dominou, teve o controle de bola, rodou pelos diferentes setores de campo, mas as situações de gol foram raras. Não fosse Mamute e Everton, o empate seria o resultado mais lógico. Falta ao time gremista mais rapidez nas ações ofensivas, um maior número de conclusões, mais ousadia na momento de definição.
Em São Paulo, quarta-feira, contra o Corinthians, o cenário será outro. O Grêmio não pode repetir seu domingão. Precisa ser o time de outros momentos mais felizes, como o do Gre-Nal ou o que superou o Atlético-MG no Mineirão.
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Mamute criou. Everton, o melhor em campo, marcou aos 37 minutos do segundo tempo. Entrou na área como um centroavante real e acertou o canto direito do goleiro Renan. Ele tentou por todos os lados. Driblou, chutou e criou. Do seu esforço, nasceu o gol da vitória.
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