Na Arena, Grêmio venceu por 3 a 1, com cinco gols nos primeiros cinco minutos
Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
Faz muito mal o Grêmio em se vacinar contra a arbitragem. Pior, foi buscar um jogo de 2011 em que o árbitro goiano André Luiz de Freitas Castro teria dado pênalti para o Corinthians e sonegado minutos de acréscimo.
Com todo o respeito, é desnecessário esse ranço antes do jogo mais importante do clube neste ano. A energia gremista precisa estar direcionada para dentro, para o vestiário, para a mobilização interna. Uma vitória coloca o time nas cabeças na corrida pelo Brasileirão. Mais do que isso, empurra contra a parede um Corinthians que ponteia a tabela com relativa tranquilidade.
Que se esqueça do árbitro. Em vez de buscar fantasmas, o Grêmio que se mobilize, deixe o time rilhando dentes para fazer na quarta-feira uma jornada como aquelas dos anos 90, fartos de vitórias marcadas pelo heroísmo e a bravura.
Me lembro de uma dessas. Foi em 1997, pela semifinal da Copa do Brasil, contra esse mesmo Corinthians. Estava na cabina do Morumbi e vi o Grêmio ganhar por 2 a 1 tendo dado um único chute a gol! Para completar a epopeia, o terceiro goleiro, Sílvio, defendeu pênalti de Marcelinho Carioca com o dedo quebrado. Roger, aliás, era o lateral-esquerdo naquela noite.
É desse espírito que o Grêmio precisa nesta quarta-feira. E isso se faz com discurso forte e concentração total na bola e não no árbitro. Só assim, os guris do Roger podem escrever a Batalha do Itaquerão.
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Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
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Com todo o respeito, é desnecessário esse ranço antes do jogo mais importante do clube neste ano. A energia gremista precisa estar direcionada para dentro, para o vestiário, para a mobilização interna. Uma vitória coloca o time nas cabeças na corrida pelo Brasileirão. Mais do que isso, empurra contra a parede um Corinthians que ponteia a tabela com relativa tranquilidade.
Que se esqueça do árbitro. Em vez de buscar fantasmas, o Grêmio que se mobilize, deixe o time rilhando dentes para fazer na quarta-feira uma jornada como aquelas dos anos 90, fartos de vitórias marcadas pelo heroísmo e a bravura.
Me lembro de uma dessas. Foi em 1997, pela semifinal da Copa do Brasil, contra esse mesmo Corinthians. Estava na cabina do Morumbi e vi o Grêmio ganhar por 2 a 1 tendo dado um único chute a gol! Para completar a epopeia, o terceiro goleiro, Sílvio, defendeu pênalti de Marcelinho Carioca com o dedo quebrado. Roger, aliás, era o lateral-esquerdo naquela noite.
É desse espírito que o Grêmio precisa nesta quarta-feira. E isso se faz com discurso forte e concentração total na bola e não no árbitro. Só assim, os guris do Roger podem escrever a Batalha do Itaquerão.
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