Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
Mais do que algumas vultuosas atuações, como no Gre-Nal e no jogo diante do Atlético-MG, no Mineirão, que já seriam combustível suficiente para a empolgação da torcida, é a regularidade no futebol apresentado pelo Grêmio desde a chegada de Roger Machado que permite aos gremistas sonhar com o fim do jejum de títulos.
É impossível não atribuir ao treinador a responsabilidade quase que total pela reconstrução do time, hoje dotado de dinamismo, consistência e organização, elementos ausentes nos recentes trabalhos de Felipão e Enderson Moreira e que foram vistos de uma maneira eventual nas passagens de Renato Portaluppi e Vanderlei Luxemburgo.
Tudo indica, e evito ser definitivo porque são muitos anos na fila, que foi-se o tempo em que o Grêmio encarava jogos decisivos e acabava suplantado sem esboçar reação, quando as fragilidades eram expostas com facilidade por adversários mais fortes. A atuação do Tricolor na quarta-feira deu sinais de uma maturidade que autoriza o torcedor a pensar em um título nacional. Em outros tempos, os mesmos desfalques que não modificaram essencialmente o jeito de jogar da equipe seriam suficientes para afundar o time.
Ao contrário do cansado e impaciente Felipão, Roger conseguiu estabelecer uma maneira de jogar na qual as deficiências dos atletas são minimizadas e, as qualidades, acentuadas. Como bom observador que é, o treinador enxergou que Galhardo e Marcelo Oliveira poderiam render mais se jogassem com o apoio dos volantes e meias. Enxergou que Walace é um dos melhores volantes do Brasil e jamais poderia ficar no banco enquanto o instável Fellipe Bastos atuava (lembram da final do Gauchão?). Percebeu que Luan é mais produtivo jogando entre as linhas de marcação do adversário, e não isolado em uma das laterais do campo.
Enfim, Roger consegue extrair o máximo dos jogadores porque não é teimoso, porque entende que um time vencedor não vive de lampejos, mas de atuações consistentes. É preferível montar uma equipe confiável, que passe dois, três anos disputando títulos e jogando em alto nível, a ter um time que obtenha uma conquista isolada apenas para satisfazer a ânsia da torcida.
Um treinador que consegue montar uma equipe em meio ao campeonato e colocá-la no topo da tabela tem todas as condições de, com mais tempo de trabalho e alguns reforços, aprimorar ainda mais esse time. O Grêmio de Roger enche a torcida da esperança de que teremos anos inesquecíveis daqui por diante. Se esse momento especial for coroado com um título ainda em 2015, melhor ainda. Mas, se a taça não vier, não podemos nos abater, torcedores gremistas. Roger e o Grêmio estão pavimentando o caminho para um novo e duradouro ciclo de vitórias.
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É impossível não atribuir ao treinador a responsabilidade quase que total pela reconstrução do time, hoje dotado de dinamismo, consistência e organização, elementos ausentes nos recentes trabalhos de Felipão e Enderson Moreira e que foram vistos de uma maneira eventual nas passagens de Renato Portaluppi e Vanderlei Luxemburgo.
Tudo indica, e evito ser definitivo porque são muitos anos na fila, que foi-se o tempo em que o Grêmio encarava jogos decisivos e acabava suplantado sem esboçar reação, quando as fragilidades eram expostas com facilidade por adversários mais fortes. A atuação do Tricolor na quarta-feira deu sinais de uma maturidade que autoriza o torcedor a pensar em um título nacional. Em outros tempos, os mesmos desfalques que não modificaram essencialmente o jeito de jogar da equipe seriam suficientes para afundar o time.
Ao contrário do cansado e impaciente Felipão, Roger conseguiu estabelecer uma maneira de jogar na qual as deficiências dos atletas são minimizadas e, as qualidades, acentuadas. Como bom observador que é, o treinador enxergou que Galhardo e Marcelo Oliveira poderiam render mais se jogassem com o apoio dos volantes e meias. Enxergou que Walace é um dos melhores volantes do Brasil e jamais poderia ficar no banco enquanto o instável Fellipe Bastos atuava (lembram da final do Gauchão?). Percebeu que Luan é mais produtivo jogando entre as linhas de marcação do adversário, e não isolado em uma das laterais do campo.
Enfim, Roger consegue extrair o máximo dos jogadores porque não é teimoso, porque entende que um time vencedor não vive de lampejos, mas de atuações consistentes. É preferível montar uma equipe confiável, que passe dois, três anos disputando títulos e jogando em alto nível, a ter um time que obtenha uma conquista isolada apenas para satisfazer a ânsia da torcida.
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