O Grêmio esteve ativo nas últimas semanas negociando com treinadores. Antes de fechar com Gustavo Quinteros, o clube avançou nas tratativas com Pedro Caixinha, que acabou acertando com o Santos. O presidente do clube explicou que a negociação estava próxima de ser concluída, mas novas exigências feitas pelo português levaram ao desacordo.
Segundo o dirigente, as conversas haviam progredido até o ponto de faltar apenas a assinatura do contrato. No entanto, o técnico apresentou pedidos adicionais, como proteção contra variação cambial, pagamento de moradia e passagens aéreas para familiares, entre outros. Tais exigências geraram preocupações sobre abrir precedentes para contratos atuais e futuros no clube.
A decisão foi baseada na política interna do Grêmio, que busca evitar ajustes que possam influenciar outras negociações. O clube entendeu que atender a essas demandas poderia implicar em mudanças estruturais complicadas para gerir contratos.
Com o impasse, o Grêmio voltou a negociar com Gustavo Quinteros, que já havia sido considerado anteriormente. O clube avaliou dez opções de treinadores e reduziu a lista para seis nomes. Agora, com um acordo assinado, o anúncio oficial do novo técnico é aguardado para os próximos dias.
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