Foto: Guilherme Artigas/Fotoarena / Agência Lancepress
Nesta quarta-feira, repeti que o Grêmio de Roger Machado não nos autoriza a duvidar de seus limites, mesmo com um cenário negativo a reverter fora de casa, contra um adversário com pretensões no campeonato.
Até fazer o primeiro gol em sua jogada clássica — passes de primeira a partir do lado, onde Fernandinho achou Luan atrás dos zagueiros, por dentro, e este viu Douglas infiltrando: 1 a 0 — , o Atlético-PR ameaçou. Marcos Guilherme, às costas de Marcelo Oliveira, por pouco não matou o Grêmio. Mas o time de Roger é maduro. Não se apavora.
Aos poucos, recuperou o terreno perdido e, quando o adversário se deu conta, na largada do segundo tempo, Luan já fazia 2 a 0, em passe de Giuliano. Se o adversário tem de sair, o Grêmio se serve do banquete.
Ewandro ainda descontou, e o fim do jogo foi um sufoco. Com Bobô no lugar de Douglas, e Luan recuado para a função do camisa 10, o Grêmio perdeu posse de bola. Schuster no lugar de Galhardo também decretou perda de qualidade.
O fato é que o Grêmio suportou a pressão, esse é o ponto. Recuperou os pontos perdidos em casa para o São Paulo. Não matou o sonho de ser campeão e segue pétreo no G-4, na luta pela vaga direta na Libertadores, sem passar pelo mata-mata da primeira fase e seus riscos.
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Aos poucos, recuperou o terreno perdido e, quando o adversário se deu conta, na largada do segundo tempo, Luan já fazia 2 a 0, em passe de Giuliano. Se o adversário tem de sair, o Grêmio se serve do banquete.
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O fato é que o Grêmio suportou a pressão, esse é o ponto. Recuperou os pontos perdidos em casa para o São Paulo. Não matou o sonho de ser campeão e segue pétreo no G-4, na luta pela vaga direta na Libertadores, sem passar pelo mata-mata da primeira fase e seus riscos.
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