Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
A relação entre árbitros e jogadores nas partidas do returno do Brasileirão não é boa. Há certa tensão no ar. Cobranças duras em campo.
Num momento em que os árbitros estão sendo duramente criticados a cada rodada por erros graves que mexem na classificação, os atletas não fazem um mínimo sinal para ajudá-los durante os 90 minutos.
Pelo contrário, insistem com as atitudes que os caracterizam no futebol mundial. Fingem quedas, faltas, mergulham e pedem pênaltis. Jogam a arbitragem contra os torcedores nos estádios e nas redes sociais – mesmo que a TV mostre as falcatruas em câmera lenta. Seguem a péssima cultura do futebol sul-americano.
Os europeus os classificam de “piscineiros”. Quando atuam na Europa, acham que enganam todos no novo idioma. Tentam, mas são apanhados. Punidos como Maicon, da Roma, que se jogou na área do Sassuolo e foi multado em R$ 9 mil.
Quando os jogadores começarem a colaborar com a arbitragem, o futebol vai melhorar, especialmente para você, espectador privilegiado. Os erros não vão sumir, nunca desaparecerão. Mas vão cair com a velocidade de um chute no ângulo.
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Pelo contrário, insistem com as atitudes que os caracterizam no futebol mundial. Fingem quedas, faltas, mergulham e pedem pênaltis. Jogam a arbitragem contra os torcedores nos estádios e nas redes sociais – mesmo que a TV mostre as falcatruas em câmera lenta. Seguem a péssima cultura do futebol sul-americano.
Os europeus os classificam de “piscineiros”. Quando atuam na Europa, acham que enganam todos no novo idioma. Tentam, mas são apanhados. Punidos como Maicon, da Roma, que se jogou na área do Sassuolo e foi multado em R$ 9 mil.
Quando os jogadores começarem a colaborar com a arbitragem, o futebol vai melhorar, especialmente para você, espectador privilegiado. Os erros não vão sumir, nunca desaparecerão. Mas vão cair com a velocidade de um chute no ângulo.
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