Segundo presidente do Grêmio, clube já tinha um conselho independente mas precisou retificar atuação no estatuto (Foto: Lucas Uebel/Gremio FBPA)
Ao menos dois dos grandes clubes de futebol que vão aderir ao Profut tiveram que alterar seus estatutos para se adequar às contrapartidas impostas pela nova lei. O Atlético-MG, por exemplo, precisou mudar o documento para incluir a autonomia de seu conselho fiscal, punições aos dirigentes por gestão temerária e limitar os mandatos em até quatro anos com uma reeleição.
- Embora nosso conselho já tivesse uma atuação independente, isso precisava constar no estatuto – afirmou Lásaro Cunha, diretor jurídico do Galo.
Outro time que precisou mudar o estatuto foi o Grêmio, que também precisou incluir no estatuto a autonomia de seu conselho fiscal.
- O Grêmio já tinha um conselho independente e modelo de governança que já se enquadravam à legislação mas isso preciso ser retificado – comentou o presidente do clube, Romildo Bolzan Jr.
Fluminense e Corinthians, que ainda não oficializaram a adesão mas que tendem a parcelar suas dívidas pelo Profut não precisarão alterar o documento.
- É provável que façamos a adesão e nosso estatuto já se enquadra ao texto da lei – diz Rogério Molica, diretor jurídico do Corinthians.
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- Embora nosso conselho já tivesse uma atuação independente, isso precisava constar no estatuto – afirmou Lásaro Cunha, diretor jurídico do Galo.
Outro time que precisou mudar o estatuto foi o Grêmio, que também precisou incluir no estatuto a autonomia de seu conselho fiscal.
- O Grêmio já tinha um conselho independente e modelo de governança que já se enquadravam à legislação mas isso preciso ser retificado – comentou o presidente do clube, Romildo Bolzan Jr.
Fluminense e Corinthians, que ainda não oficializaram a adesão mas que tendem a parcelar suas dívidas pelo Profut não precisarão alterar o documento.
- É provável que façamos a adesão e nosso estatuto já se enquadra ao texto da lei – diz Rogério Molica, diretor jurídico do Corinthians.
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