O Grêmio registrou um faturamento de R$ 509 milhões em 2024, representando uma queda de 2% em relação ao ano anterior. O recuo é ainda mais significativo — 15% — se desconsideradas as receitas com vendas de jogadores, que somaram R$ 106 milhões. Os dados são de um estudo da Sports Value, que analisou as finanças dos principais clubes do país. Enquanto a arrecadação caiu, os custos com futebol aumentaram. Em 2024, o departamento consumiu R$ 398 milhões — 10% a mais do que no ano anterior —, o que corresponde a 84% de toda a receita do clube. A folha salarial atingiu R$ 240 milhões, superando 50% do faturamento, enquanto as despesas administrativas chegaram a R$ 90 milhões.
O alívio veio justamente do mercado da bola, mas mesmo nessa área o Imortal ficou distante dos líderes. O clube foi apenas o 11º em arrecadação com transferências, ficando atrás de Palmeiras, Corinthians, Athletico Paranaense, Fluminense e Santos.
Esse cenário financeiro levou a um aumento da dívida gremista, que agora é de R$ 562 milhões. Em 2023, as vendas de jogadores representavam apenas a quinta maior fonte de receita do clube. Em 2024, passaram a ser fundamentais para evitar um rombo ainda maior, destacando a instabilidade de depender de ativos sujeitos a variáveis de mercado. A tendência preocupa a gestão gremista, que precisa equilibrar competitividade esportiva e responsabilidade financeira para evitar novas pressões em 2025.
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