Em entrevista recente ao canal do jornalista Duda Garbi, o ex-presidente do Grêmio, Paulo Odone, expôs os bastidores da polêmica tentativa de repatriar Ronaldinho Gaúcho em janeiro de 2011. Segundo ele, tudo estava acertado: contrato redigido, negociações avançadas e até o cenário montado para o anúncio no Olímpico.
Mas o que impediu o retorno? Segundo Odone, o irmão e empresário Assis pediu mais dinheiro de última hora. “Eu combinei com o Assis que iria à imprensa para convencer a torcida. Ele queria terminar no Grêmio, se reabilitar. Tinha dificuldade até de andar em Porto Alegre. Fui ao combate. A torcida começou a aceitar”, contou Odone, lembrando que o clima com Ronaldinho ainda era hostil por sua saída precoce do clube.
O ex-presidente revelou que o contrato foi datilografado e estava pronto para assinatura. Mas, mesmo após três dias de discussões jurídicas no Olímpico, Assis teria pedido mais R$ 12 milhões referentes à rescisão com o Milan, o que havia sido previamente descartado pela direção gremista. “Cada vez vinha mais coisa. O Assis cresceu o olho. Aí pedi desculpas e disse: ‘deu’”, lamentou.
“Cada vez vinha mais coisa. O Assis cresceu o olho. Aí pedi desculpas e disse: ‘deu’”, lamentou.
Odone também relatou que o palco com caixas de som no Olímpico foi montado sem sua autorização. A ideia era fazer um grande anúncio da volta de Ronaldinho, mas tudo desmoronou com as exigências finais.
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