A compra dos direitos de gestão da Arena do Grêmio, anunciada por Marcelo Marques, pré-candidato à presidência, provocou mudanças no cenário da eleição do Grêmio. Paulo Caleffi retirou sua candidatura, citando questões familiares e uma suposta radicalização do processo eleitoral como justificativa. Ele reconheceu a influência da movimentação de Marques em sua decisão.
Gladimir Chiele indicou que também pode tomar uma decisão semelhante, mas aguardará a efetivação da negociação para a troca de gestão da Arena antes de formalizar sua escolha. Enquanto isso, os pré-candidatos Denis Abrahão e Sérgio Canozzi seguem no pleito, com foco na eleição para a renovação do Conselho Deliberativo do clube.
A eleição no Conselho Deliberativo do Grêmio está prevista para setembro, onde 150 dos 300 conselheiros, além de 30 dos 60 suplentes, serão renovados. Na sequência, em novembro, ocorre a eleição para a presidência do clube para o próximo triênio. No primeiro turno, as chapas precisam atingir 20% da cláusula de barreira para avançar ao segundo turno, quando os sócios participam da votação.
VEJA TAMBÉM
- O Grêmio sumiu desde 2019: xô, maldição!
- ALERTA LIGADO! Grêmio é dominado pelo São Paulo, perde fora de casa e preocupa no Brasileirão
- EXPULSÃO MUDA TUDO! Grêmio perde para o São Paulo e sai pressionado no Brasileirão

Comentários
Enviar Comentário
Aplicativo Gremio Avalanche
Leia também
O Grêmio sumiu desde 2019: xô, maldição!
ALERTA LIGADO! Grêmio é dominado pelo São Paulo, perde fora de casa e preocupa no Brasileirão
EXPULSÃO MUDA TUDO! Grêmio perde para o São Paulo e sai pressionado no Brasileirão