Anunciado como substituto de Enderson Moreira no comando técnico do Grêmio, Luiz Felipe Scolari virou alvo de piadas no Twitter na tarde desta terça-feira. Tudo isto porque o treinador se tornou ídolo no clube gaúcho no início da década de 1990 e, desde a conquista do pentacampeonato mundial com a Seleção Brasileira em 2002, não faz um trabalho vitorioso em sua carreira.
“Luxemburgo no Flamengo, Felipão no Grêmio, Levir no Atlético-MG. Década de 90 voltou, amigos!”, escreveu um tuiteiro, recordando-se de Vanderlei Luxemburgo e Levir Culpi, que também retornaram às equipes que comandaram em um passado não tão recente.
Aos 65 anos, Luiz Felipe Scolari sentará no banco de reservas gremista pela terceira vez na carreira. A primeira delas foi em 1987, quando conquistou o Campeonato Gaúcho, mas saiu logo no ano seguinte para o Goiás.
Já a segunda – e mais marcante – ocorreu entre 1993 e 1996, quando Fábio Koff já era o presidente do clube e formou, ao lado de Scolari, uma das parceiras mais vitoriosas da história do clube. Juntos, ambos faturaram os títulos da Copa do Brasil (1994), Copa Libertadores da América (1995), Recopa Sul-Americana (1996) e do Campeonato Brasileiro (1996).
Neste período, o comandante ficou conhecido por fazer atletas não tão famosos jogarem bem, como Dinho, Jardel e Paulo Nunes. Isto, aliás, também foi alvo dos "piadistas virtuais", que ainda lembraram de Dona Lúcia – torcedora da Seleção Brasileira que enviou carta de incentivo ao técnico após a derrota por 7 a 1 para a Alemanha -, do criticado atacante Fred e não perdoaram o questionado lateral-direito Pará.
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Aos 65 anos, Luiz Felipe Scolari sentará no banco de reservas gremista pela terceira vez na carreira. A primeira delas foi em 1987, quando conquistou o Campeonato Gaúcho, mas saiu logo no ano seguinte para o Goiás.
Já a segunda – e mais marcante – ocorreu entre 1993 e 1996, quando Fábio Koff já era o presidente do clube e formou, ao lado de Scolari, uma das parceiras mais vitoriosas da história do clube. Juntos, ambos faturaram os títulos da Copa do Brasil (1994), Copa Libertadores da América (1995), Recopa Sul-Americana (1996) e do Campeonato Brasileiro (1996).
Neste período, o comandante ficou conhecido por fazer atletas não tão famosos jogarem bem, como Dinho, Jardel e Paulo Nunes. Isto, aliás, também foi alvo dos "piadistas virtuais", que ainda lembraram de Dona Lúcia – torcedora da Seleção Brasileira que enviou carta de incentivo ao técnico após a derrota por 7 a 1 para a Alemanha -, do criticado atacante Fred e não perdoaram o questionado lateral-direito Pará.
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