Foto: JUAN MABROMATA / AFP
Buenos Aires viveu uma noite de Porto Alegre na quinta-feira, quando deveriam jogar as seleções de Brasil e Argentina. A quantidade de chuva que se abateu sobre a capital portenha foi absurda. O estado do gramado, até um certo momento, era absolutamente impraticável. Logo, não permitiu que se realizasse uma partida de futebol em condições, pelo menos, regulares.
Além disso, as ruas de acesso ao Monumental de Núñez estavam absolutamente alagadas, intransitáveis para qualquer veículo. Assim, uma hora antes da partida, o árbitro, numa atitude de bom senso, transferiu o jogo sexta-feira, às 22h.
Na medida em que as previsões do tempo eram de mudanças favoráveis à realização da partida, foi uma decisão correta. Pela escalação que vazou da Seleção Brasileira, o técnico Dunga mandaria a campo uma formação que me parecia mais adequada. Ou seja, aproveitando-se do entrosamento de Ricardo Oliveira e Lucas Lima e colocando-os juntos. Perderiam lugar Oscar e Douglas Costa.
Centroavante goleador
Mudaria, assim, forma de a equipe jogar, na medida em que o Brasil deixaria de ter um ponta-esquerda aberto. No caso, seria Douglas Costa, liberando Neymar para que atuasse preferencialmente pelo lado esquerdo e Ricardo Oliveira fizesse sua movimentação pelo centro do campo.
Ambos, contariam com as qualificadas assistências de Lucas Lima. Pareceu-me o que o Brasil teria de melhor, com um time mais equilibrado e unindo habilidade de Neymar e Lucas Lima à força de um centroavante goleador.
No banco ficariam boas alternativas. Além de Douglas e Oscar, ainda estariam Renato Augusto, que vive ótima fase no Corinthians.
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Além disso, as ruas de acesso ao Monumental de Núñez estavam absolutamente alagadas, intransitáveis para qualquer veículo. Assim, uma hora antes da partida, o árbitro, numa atitude de bom senso, transferiu o jogo sexta-feira, às 22h.
Na medida em que as previsões do tempo eram de mudanças favoráveis à realização da partida, foi uma decisão correta. Pela escalação que vazou da Seleção Brasileira, o técnico Dunga mandaria a campo uma formação que me parecia mais adequada. Ou seja, aproveitando-se do entrosamento de Ricardo Oliveira e Lucas Lima e colocando-os juntos. Perderiam lugar Oscar e Douglas Costa.
Centroavante goleador
Mudaria, assim, forma de a equipe jogar, na medida em que o Brasil deixaria de ter um ponta-esquerda aberto. No caso, seria Douglas Costa, liberando Neymar para que atuasse preferencialmente pelo lado esquerdo e Ricardo Oliveira fizesse sua movimentação pelo centro do campo.
Ambos, contariam com as qualificadas assistências de Lucas Lima. Pareceu-me o que o Brasil teria de melhor, com um time mais equilibrado e unindo habilidade de Neymar e Lucas Lima à força de um centroavante goleador.
No banco ficariam boas alternativas. Além de Douglas e Oscar, ainda estariam Renato Augusto, que vive ótima fase no Corinthians.
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