Foto: Alexandre Ernst / Agência RBS
Por conta de danos a ônibus no deslocamento para o Gre-Nal do Beira-Rio, duas organizadas do Grêmio, a Geral e a Velha Escola, estão suspensas por 90 dias. Os integrantes das torcidas poderão ir aos estádios, mas sem qualquer material que as identifique nem instrumentos para acompanhar os cânticos. A suspensão será até que sejam concluídas as investigações para determinar os autores das depredações.
A decisão foi tomada em medida cautelar pelo Juizado do Torcedor, atendendo a pedido do Ministério Público. Um torcedor, já identificado como autor das depredações, também foi punido e fica impedido de ir a jogos do clube.
No dia do clássico, a Geral teve seus instrumentos confiscados antes de entrar no estádio como forma de sanção pelos danos aos ônibus.
Os torcedores reclamaram da precariedade das condições do transporte em ônibus que, segundo os relatos, estavam superlotados. Os gremistas também criticaram a longa espera dentro dos veículos fechados antes que eles partissem da Secretaria de Segurança Pública, ponto combinado para o início do deslocamento dos visitantes até o Beira-Rio.
Procurado por Zero Hora, o líder da Velha Escola, Marcelo Bittencourt, se diz contra a decisão:
– Sou totalmente contra, não puniram a torcida dentro do estádio. Não foi ninguém do cadastro da torcida. Estávamos em um ônibus e teve um vidro quebrado, mas ele estava superlotado. Tínhamos 80 pessoas cadastradas e colocaram muito mais do que isso dentro de um ônibus.
A reportagem ainda tentou contato com Rodrigo Rysdyk, o líder da Geral, mas não obteve retorno.
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A decisão foi tomada em medida cautelar pelo Juizado do Torcedor, atendendo a pedido do Ministério Público. Um torcedor, já identificado como autor das depredações, também foi punido e fica impedido de ir a jogos do clube.
No dia do clássico, a Geral teve seus instrumentos confiscados antes de entrar no estádio como forma de sanção pelos danos aos ônibus.
Os torcedores reclamaram da precariedade das condições do transporte em ônibus que, segundo os relatos, estavam superlotados. Os gremistas também criticaram a longa espera dentro dos veículos fechados antes que eles partissem da Secretaria de Segurança Pública, ponto combinado para o início do deslocamento dos visitantes até o Beira-Rio.
Procurado por Zero Hora, o líder da Velha Escola, Marcelo Bittencourt, se diz contra a decisão:
– Sou totalmente contra, não puniram a torcida dentro do estádio. Não foi ninguém do cadastro da torcida. Estávamos em um ônibus e teve um vidro quebrado, mas ele estava superlotado. Tínhamos 80 pessoas cadastradas e colocaram muito mais do que isso dentro de um ônibus.
A reportagem ainda tentou contato com Rodrigo Rysdyk, o líder da Geral, mas não obteve retorno.
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