Dizem que de onde nada se espera é que não sai nada mesmo.
Mas nem sempre é assim.
Depois do espetáculo de covardia do futebol paulista, não é que oito federações estaduais do Nordeste resolveram se rebelar e pedir que seja suspensa a Assembleia Geral da CBF, marcada para o dia 16, para eleger um vice-presidente, o paraense coronel Nunes, no lugar do detento José Maria Marin?
A CBF resiste, diz que fará a assembleia custe o que custar, mas não tem resposta para os dois principais argumentos dos nordestinos:
1. nada deve ser feito com pressa nesta hora e;
2. Marin não foi formalmente destituído do cargo nem dele se demitiu.
Como, então, substituí-lo?
Não que os preidentes nordestinos estejam contra ou a favor de ninguém, apenas pedem cautela diante do mar de lama que afoga a CBF.
Exceção feita à federação cearense, todas as demais dizem não ter pressa e faz sentido.
Afinal, açodadamente, a CBF tirou o nome de Marin da fachada do prédio, mas, lá dentro, o edifício continua a ter o nome dele.
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A CBF resiste, diz que fará a assembleia custe o que custar, mas não tem resposta para os dois principais argumentos dos nordestinos:
1. nada deve ser feito com pressa nesta hora e;
2. Marin não foi formalmente destituído do cargo nem dele se demitiu.
Como, então, substituí-lo?
Não que os preidentes nordestinos estejam contra ou a favor de ninguém, apenas pedem cautela diante do mar de lama que afoga a CBF.
Exceção feita à federação cearense, todas as demais dizem não ter pressa e faz sentido.
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