Preso em Nova York e suspenso pela Fifa, José Maria Marin renunciou à função de vice-presidente da CBF. E por isso a entidade convocou eleição para o cargo – que deve ter Coronel Nunes (Federação Paraense) como escolhido. Essa é a versão que tem sido vendida internamente pela CBF.
No entanto, o documento original ainda não chegou ao Brasil. O departamento jurídico garante ter uma cópia digitalizada da carta de renúncia, mas ainda aguarda a vinda da versão em papel por correspondência.
A CBF, em uma tentativa de “preservar” a imagem de Marin, tem evitado divulgar publicamente a razão da convocação da eleição, ou seja, a renúncia, mesmo após a insurgência dos presidentes de federação do Nordeste contra a falta de transparência e explicações da entidade.
Mas alguns dirigentes já ouviram o argumento de que há vacância por causa da renúncia. Só que a informação tardia não acalmou o bloco, que questiona os motivos de a CBF não ter divulgado amplamente a situação de Marin. Os dirigentes ainda acrescentam que, se a carta oficial não chegou, “como a eleição poderia ter sido convocada no dia 4”?
A CBF mantém a eleição marcada para o dia 16 e o prazo para protocolização das candidaturas acaba nesta sexta-feira.
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