Foto: Créditos: Lucas Figueiredo / MoWA Press
É com tristeza que observamos o futebol brasileiro agonizando! O esporte das multidões, o sonho de muitos jovens, a "pátria de chuteiras" está ficando tão distante que não sabemos mais o que é pior: nossos políticos ou nosso futebol! Sem confundir as coisas, pois nosso assunto é o futebol, vale uma pequena reflexão sobre como chegamos (e penamos) até aqui!
Lembram das quartas com estádios lotados, das decisões inflamadas, das torcidas pulsantes, "pulantes", alegres e incansáveis? Tudo isso corre o risco de ficar em um passado distante, assim como distantes são as glórias do futebol brasileiro. Nossa Seleção virou uma vitrine para empresários; nossas seleções de base viraram um balcão para leilões de jovens promessas; a organização do nosso futebol depende do dinheiro dos patrocinadores; e o nosso futebol, meus amigos, agoniza na mesmice, na falta de novidades, nos lampejos de genialidade e nas declarações de semi-craques com os pés, mas que são boçais com as palavras e maus exemplos para os jovens. Futebol, que já foi sinônimo de paixão nacional, hoje virou uma brincadeira de mau gosto com seus verdadeiros admiradores.
A corrupção, tão presente em todas as instituições brasileiras, contaminou o futebol brasileiro, que se sustentava nos seus craques e deixava sua gestão despercebida! Anestesiados pelos bons resultados, pelas performances fenomenais de Romários, Ronaldos e Rivaldos, não percebemos que caminhávamos a passos largos rumo a inexpressividade. Sim, hoje somos inexpressivos! E isso se comprova quando comemoramos o resultado de 7 X 1 contra o Haiti. Com todo respeito, o maior campeão mundial não pode comemorar obrigações e se contentar com empates com seleções intermediárias. O brasileiro merece mais! O balcão de interesses que virou a CBF e seus mandatários ficou escancarado com a ausência de craques, e o "conto de fadas" acabou. O Brasil, após tantos vexames, caiu em si! É preciso uma mudança radical!
Os jovens valores do futebol brasileiro têm muito pouco tempo para mostrarem seu futebol por aqui. Seduzidos pelas cifras do futebol europeu, rapidamente vão embora e se deslumbram por Bacelonas e Chelseas, no qual o futebol é mais estruturado, planejado, trabalhado de uma forma eficiente e inteligente. Em meio a tudo isso, com todo o "glamour" de jogar no velho continente, começam a ter uma visão diferenciada do que é defender a seleção do país, bem como jogar um futebol mais tático, que valoriza o posicionamento e movimentação do que a "ginga" característica do brasileiro. Tentando copiar aquilo que está dando certo, o Brasil, nas suas categorias de base, passou a valorizar jovens altos e fortes e deixou de lado o baixinho veloz e rápido que driblava meio time e marcava um golaço. Não há um projeto de futebol para o Brasil. Aliás, nunca houve! É que antes, nossos craques davam conta do recado! Hoje, não há mais craques em abundância! E agora?
Mas as mudanças que devem ocorrer para devolver o Brasil ao seu lugar são mais profundas! Nosso futebol, seja de clubes ou na Seleção, se acostumou a ser protagonista em todas as competições que disputava. Há bem pouco tempo atrás, os times brasileiros chegavam em condição de igualdade técnica com os europeus na disputa do Mundial Interclubes. Hoje, se um clube brasileiro chegar, a diferença é imensa! Dinheiro os clubes europeus sempre tiveram! O que está faltando é qualidade nos clubes verde-amarelos! E as transformações passam por reestruturação das Seleções de Base, na descoberta de novos valores, de retorno às origens do futebol brasileiro (principalmente na valorização do drible e da velocidade), na formatação de um novo calendário e modernização da gestão no futebol, de atrair recursos para os clubes (que são aqueles que constroem os futuros jogadores), de descentralizar e trazer transparência às decisões e, mais do que tudo, profissionalizar o futebol em todos os seus setores, desde o monitoramento de futuros craques até a arbitragem. Mudar o técnico da Seleção é fácil. Mudar a ideia sobre futebol é que é difícil, mas precisamos começar se quisermos ocupar o lugar que já tivemos! Mas tudo isso está a cargo da entidade máxima do nosso futebol! Que a catástrofe se transforme em planejamento!
Ah! Faltou uma coisa essencial! E que árbitros que erram nos jogos e mentem nas súmulas peguem suspensões, assim como os jogadores!
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Lembram das quartas com estádios lotados, das decisões inflamadas, das torcidas pulsantes, "pulantes", alegres e incansáveis? Tudo isso corre o risco de ficar em um passado distante, assim como distantes são as glórias do futebol brasileiro. Nossa Seleção virou uma vitrine para empresários; nossas seleções de base viraram um balcão para leilões de jovens promessas; a organização do nosso futebol depende do dinheiro dos patrocinadores; e o nosso futebol, meus amigos, agoniza na mesmice, na falta de novidades, nos lampejos de genialidade e nas declarações de semi-craques com os pés, mas que são boçais com as palavras e maus exemplos para os jovens. Futebol, que já foi sinônimo de paixão nacional, hoje virou uma brincadeira de mau gosto com seus verdadeiros admiradores.
A corrupção, tão presente em todas as instituições brasileiras, contaminou o futebol brasileiro, que se sustentava nos seus craques e deixava sua gestão despercebida! Anestesiados pelos bons resultados, pelas performances fenomenais de Romários, Ronaldos e Rivaldos, não percebemos que caminhávamos a passos largos rumo a inexpressividade. Sim, hoje somos inexpressivos! E isso se comprova quando comemoramos o resultado de 7 X 1 contra o Haiti. Com todo respeito, o maior campeão mundial não pode comemorar obrigações e se contentar com empates com seleções intermediárias. O brasileiro merece mais! O balcão de interesses que virou a CBF e seus mandatários ficou escancarado com a ausência de craques, e o "conto de fadas" acabou. O Brasil, após tantos vexames, caiu em si! É preciso uma mudança radical!
Os jovens valores do futebol brasileiro têm muito pouco tempo para mostrarem seu futebol por aqui. Seduzidos pelas cifras do futebol europeu, rapidamente vão embora e se deslumbram por Bacelonas e Chelseas, no qual o futebol é mais estruturado, planejado, trabalhado de uma forma eficiente e inteligente. Em meio a tudo isso, com todo o "glamour" de jogar no velho continente, começam a ter uma visão diferenciada do que é defender a seleção do país, bem como jogar um futebol mais tático, que valoriza o posicionamento e movimentação do que a "ginga" característica do brasileiro. Tentando copiar aquilo que está dando certo, o Brasil, nas suas categorias de base, passou a valorizar jovens altos e fortes e deixou de lado o baixinho veloz e rápido que driblava meio time e marcava um golaço. Não há um projeto de futebol para o Brasil. Aliás, nunca houve! É que antes, nossos craques davam conta do recado! Hoje, não há mais craques em abundância! E agora?
Mas as mudanças que devem ocorrer para devolver o Brasil ao seu lugar são mais profundas! Nosso futebol, seja de clubes ou na Seleção, se acostumou a ser protagonista em todas as competições que disputava. Há bem pouco tempo atrás, os times brasileiros chegavam em condição de igualdade técnica com os europeus na disputa do Mundial Interclubes. Hoje, se um clube brasileiro chegar, a diferença é imensa! Dinheiro os clubes europeus sempre tiveram! O que está faltando é qualidade nos clubes verde-amarelos! E as transformações passam por reestruturação das Seleções de Base, na descoberta de novos valores, de retorno às origens do futebol brasileiro (principalmente na valorização do drible e da velocidade), na formatação de um novo calendário e modernização da gestão no futebol, de atrair recursos para os clubes (que são aqueles que constroem os futuros jogadores), de descentralizar e trazer transparência às decisões e, mais do que tudo, profissionalizar o futebol em todos os seus setores, desde o monitoramento de futuros craques até a arbitragem. Mudar o técnico da Seleção é fácil. Mudar a ideia sobre futebol é que é difícil, mas precisamos começar se quisermos ocupar o lugar que já tivemos! Mas tudo isso está a cargo da entidade máxima do nosso futebol! Que a catástrofe se transforme em planejamento!
Ah! Faltou uma coisa essencial! E que árbitros que erram nos jogos e mentem nas súmulas peguem suspensões, assim como os jogadores!
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