Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
Confirmado para a partida contra o América-MG, Pedro Rocha abre mais um capítulo na disputa por espaço que mantém com Everton desde o ano passado.
Confirmado para a partida contra o América-MG, Pedro Rocha abre mais um capítulo na disputa por espaço que mantém com Everton desde o ano passado.
Jovens de trajetória semelhante no clube, os dois são resultado de uma constante lapidação nas mãos de Roger Machado.
De um e de outro, o técnico cobra muito mais do que desempenho ofensivo. Exige leitura tática, solidariedade na marcação e rapidez para retornar ao próprio campo quando perdem a bola na frente. A juventude é aliada dos dois para a execução de tantos movimentos.
Mais jovem do que Pedro Rocha, Everton, 20 anos, recebeu as primeiras oportunidades no final de em 2014, após quase ser emprestado ao Novo Hamburgo, por recomendação de Felipão, para adquirir experiência.
Decisivo nos primeiros jogos do time sob o comando de Roger Machado, Pedro Rocha, 22 anos, perdeu a vaga para Everton nas últimas rodadas do Brasileirão. Pedro Rocha retomou a titularidade em 2016, mas aí as lesões surgiram como obstáculo em seu caminho.
Depois de começar bem no Gauchão, com um gol contra o Brasil-Pel, o atacante lesionou o joelho esquerdo e ficou fora da viagem a Toluca, no México, para a estreia na Libertadores.
No retorno ao time, marcou gols contra Cruzeiro, Ypiranga e Lajeadense e, em maio, foi afastado novamente, desta vez por problema muscular.
Foi durante este período que Everton consolidou-se como titular, até sofrer lesão na coxa direita contra o São Paulo, domingo.
- A função é extremamente desgastante. Pedro Rocha a cumpre com facilidade de marcar e recompor no setor. É tão desgastante quanto a posição de lateral, hoje, no futebol - destaca Roger.
A finalização é um quesito em que Pedro Rocha supera Everton. Seu chute, além de mais forte, tem melhor pontaria. Mesmo com menos jogos, marcou seis gols, contra quatro do concorrente.
Everton, contudo, fez na Libertadores e Brasileirão, o que Pedro Rocha ainda não conseguiu.
O executivo de futebol Júnior Chávare conhece bem a origem dos dois jogadores. Atuava na base do Grêmio quando ambos chegaram, Everton vindo do Fortaleza e Pedro Rocha, do interior paulista. E aponta uma diferença que, por vezes, passa despercebida.
- Eles são jogadores, que apesar da capacidade de ocupar o mesmo espaço dentro de campo, se completam. O Pedro Rocha atuou muito tempo como centroavante. Tem essa característica, além de jogar pelo lado, pode ser a referência do ataque. O Everton é mais um atacante de lado, que até poderia ser utilizado como um falso nove - explica.
Pedro Rocha volta ao time em um jogo apontado como decisivo para o salto que pode levar o Grêmio ao topo.
Seu discurso é o mesmo dos demais jogadores e de Roger. Passa pelo respeito ao adversário, ainda que este ocupe a lanterna e já seja apontado como rebaixado.
- Roger sempre diz que esses são os jogos mais difíceis. Como o adversário só entra para marcar, é preciso ter concentração nos contra-ataques. É preciso estar ligado - destaca.
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- Grêmio anuncia rescisão com volante: adeus e novo capítulo
Confirmado para a partida contra o América-MG, Pedro Rocha abre mais um capítulo na disputa por espaço que mantém com Everton desde o ano passado.
Jovens de trajetória semelhante no clube, os dois são resultado de uma constante lapidação nas mãos de Roger Machado.
De um e de outro, o técnico cobra muito mais do que desempenho ofensivo. Exige leitura tática, solidariedade na marcação e rapidez para retornar ao próprio campo quando perdem a bola na frente. A juventude é aliada dos dois para a execução de tantos movimentos.
Mais jovem do que Pedro Rocha, Everton, 20 anos, recebeu as primeiras oportunidades no final de em 2014, após quase ser emprestado ao Novo Hamburgo, por recomendação de Felipão, para adquirir experiência.
Decisivo nos primeiros jogos do time sob o comando de Roger Machado, Pedro Rocha, 22 anos, perdeu a vaga para Everton nas últimas rodadas do Brasileirão. Pedro Rocha retomou a titularidade em 2016, mas aí as lesões surgiram como obstáculo em seu caminho.
Depois de começar bem no Gauchão, com um gol contra o Brasil-Pel, o atacante lesionou o joelho esquerdo e ficou fora da viagem a Toluca, no México, para a estreia na Libertadores.
No retorno ao time, marcou gols contra Cruzeiro, Ypiranga e Lajeadense e, em maio, foi afastado novamente, desta vez por problema muscular.
Foi durante este período que Everton consolidou-se como titular, até sofrer lesão na coxa direita contra o São Paulo, domingo.
- A função é extremamente desgastante. Pedro Rocha a cumpre com facilidade de marcar e recompor no setor. É tão desgastante quanto a posição de lateral, hoje, no futebol - destaca Roger.
A finalização é um quesito em que Pedro Rocha supera Everton. Seu chute, além de mais forte, tem melhor pontaria. Mesmo com menos jogos, marcou seis gols, contra quatro do concorrente.
Everton, contudo, fez na Libertadores e Brasileirão, o que Pedro Rocha ainda não conseguiu.
O executivo de futebol Júnior Chávare conhece bem a origem dos dois jogadores. Atuava na base do Grêmio quando ambos chegaram, Everton vindo do Fortaleza e Pedro Rocha, do interior paulista. E aponta uma diferença que, por vezes, passa despercebida.
- Eles são jogadores, que apesar da capacidade de ocupar o mesmo espaço dentro de campo, se completam. O Pedro Rocha atuou muito tempo como centroavante. Tem essa característica, além de jogar pelo lado, pode ser a referência do ataque. O Everton é mais um atacante de lado, que até poderia ser utilizado como um falso nove - explica.
Pedro Rocha volta ao time em um jogo apontado como decisivo para o salto que pode levar o Grêmio ao topo.
Seu discurso é o mesmo dos demais jogadores e de Roger. Passa pelo respeito ao adversário, ainda que este ocupe a lanterna e já seja apontado como rebaixado.
- Roger sempre diz que esses são os jogos mais difíceis. Como o adversário só entra para marcar, é preciso ter concentração nos contra-ataques. É preciso estar ligado - destaca.
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