Não há adversário mais perigoso para o Grêmio do que as pessoas que gerem o Grêmio. Não todas, claro que não, mas as que não entendem o quanto uma crise política banal e rasteira pode avançar vestiário adentro e pôr abaixo qualquer chance de Libertadores ou título da Copa do Brasil.
Alberto Guerra foi chamado para ser vice de futebol, não era entusiasta de Roger Machado, Romildo Bolzan, corretamente, bancou o treinador. No vestiário, passaram a coexistir dois dirigentes que, parece, não tiveram do presidente a definição de quem tem qual poder.
Antônio Dutra Júnior é vice-presidente eleito, tem legitimidade. Alberto Guerra, de outro grupo político, foi chamado pelo dirigente máximo do clube para trabalhar. Ao mesmo tempo, está claramente enjeitado no cargo. Como pode, dois homens na gestão de futebol com trânsito no vestiário e sem os mesmos conceitos de futebol e sem que esteja claro quem manda mais?
O fato da hora ajuda a explicar o que vem de mais tempo. O Grêmio atrapalha o Grêmio, não a arbitragem. Disputas fratricidas entre pessoas que, supostamente, torcem pelo mesmo time, como explicar? Se ninguém der jeito nisso, o torcedor pode se preparar para o pior, isto é, mais tempo sem título. Excepcionalmente, pela força da camisa, liga com a torcida e pontualmente acertos de contratações, uma faixa no peito pode pintar. Deste jeito, por acidente, mas pode.
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Comentários
Comentários (2)
Que pena que o clube fica no segundo plano e isto e que leva muitas pessoas que gostariam de trabalhar pelo clube se afasta ate do futebol.kkkk
olha so Lucas Coelho, marcando dois bom por partida um centravante assim ,o Grêmio passou para o Avai
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