Romildo (esq) venceu Homero Bellini Jr. em 2014 e já está confirmado em nova eleição
O pleito presidencial se aproxima no Grêmio. Enquanto luta por vaga no grupo de classificação para a próxima Libertadores, o clube convive com movimentos políticos organizando-se de olho no cargo máximo. E para evitar que a situação defina o pleito em primeiro turno, as oposições trabalham para lançar candidato único.
O primeiro candidato procurado pelos grupos de oposição foi Denis Abraão. Nome forte com passado de trabalho no clube, seria bem aceito pela maioria dos conselheiros que não estão entre os apoiadores da gestão atual. Contudo, alegando problemas familiares ele garantiu que não poderia assumir qualquer posto no Grêmio.
Nos bastidores ganhou força o nome de Airton Rushel. Já candidato na eleição que levou Paulo Odone ao comando, conselheiro atuante no clube, ele ainda não foi convidado oficialmente, mas tal situação pode ser vencida na próxima semana. Se for, aceitaria o posto.
Para escolha do nome é necessário encontrar um nome que agrade todos os grupos oposicionistas. E logo, já que o prazo para inscrição das chapas é a sexta-feira da próxima semana.
A meta é evitar que a eleição acabe em primeiro turno, que será realizado no próximo dia 28. Para tanto, o candidato escolhido pelas oposições precisa somar ao menos 60 votos entre os conselheiros. Desta forma, atinge a cláusula de barreira de 20% entre os 300 membros do conselho e leva o pleito aos associados, em eleição direta.
Foi descartada a hipótese de mais de um candidato ser lançado pelas oposições. Tudo porque caso isso ocorresse seria provável que nenhum deles vencesse a força que a situação obteve nos últimos anos do clube.
Com entre 170 e 180 votos garantidos, a situação está tranquila. Após conquistar 81 novas cadeiras com mais 16 suplentes na última eleição de renovação do Conselho, a atual gestão se reuniu nesta semana apenas para debater os pares que concorrerão como vice-presidentes junto a Romildo Bolzan Júnior.
Antes do pleito, na terça-feira da semana que vem, um novo presidente do Conselho será eleito. O nome, porém, não causa qualquer discórdia já que o escolhido normalmente é um representante que agrada a todos os movimentos.
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O primeiro candidato procurado pelos grupos de oposição foi Denis Abraão. Nome forte com passado de trabalho no clube, seria bem aceito pela maioria dos conselheiros que não estão entre os apoiadores da gestão atual. Contudo, alegando problemas familiares ele garantiu que não poderia assumir qualquer posto no Grêmio.
Nos bastidores ganhou força o nome de Airton Rushel. Já candidato na eleição que levou Paulo Odone ao comando, conselheiro atuante no clube, ele ainda não foi convidado oficialmente, mas tal situação pode ser vencida na próxima semana. Se for, aceitaria o posto.
Para escolha do nome é necessário encontrar um nome que agrade todos os grupos oposicionistas. E logo, já que o prazo para inscrição das chapas é a sexta-feira da próxima semana.
A meta é evitar que a eleição acabe em primeiro turno, que será realizado no próximo dia 28. Para tanto, o candidato escolhido pelas oposições precisa somar ao menos 60 votos entre os conselheiros. Desta forma, atinge a cláusula de barreira de 20% entre os 300 membros do conselho e leva o pleito aos associados, em eleição direta.
Foi descartada a hipótese de mais de um candidato ser lançado pelas oposições. Tudo porque caso isso ocorresse seria provável que nenhum deles vencesse a força que a situação obteve nos últimos anos do clube.
Com entre 170 e 180 votos garantidos, a situação está tranquila. Após conquistar 81 novas cadeiras com mais 16 suplentes na última eleição de renovação do Conselho, a atual gestão se reuniu nesta semana apenas para debater os pares que concorrerão como vice-presidentes junto a Romildo Bolzan Júnior.
Antes do pleito, na terça-feira da semana que vem, um novo presidente do Conselho será eleito. O nome, porém, não causa qualquer discórdia já que o escolhido normalmente é um representante que agrada a todos os movimentos.
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