Everton (D), marcou o gol gremista e foi um dos destaques, mas Lincoln (E) teve uma atuação discreta Foto: LEONARDO BENASSATTO / FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Numa estratégia questionável, o Grêmio visitou a Vila Belmiro, no litoral de São Paulo, com um esforçado e aplicado time alternativo, com muitos garotos formados na base e que não se conhecia em campo. Desdenhou, mas segurou o Santos, um dos quatro melhores times do Brasil.
O presidente não viajou e nem o número 1 do futebol. Foi uma partida de um time só. Os paulistas mandaram nos dois tempos. Atacaram sem parar, acertaram a trave e testaram Bruno Grassi.
O resultado final, 1 a 1, nada explica sobre os 90 minutos. A torcida santista protestou. Maior autoridade presente, Renato poupou os titulares, usou Kanemann e Maicon no segundo tempo.
Miller Bolaños voltou discretamente. Lincoln decepcionou. Não apareceu no jogo. Everton, um dos destaques, fez um gol. Perdeu outro, vivo, inacreditável, porém comum aos atacantes gremistas na temporada. Quis enfeitar. Fazer um golaço. Em certos momentos, o atacante precisa usar seu instinto matador e concluir com toda a vontade do mundo.
O clube respira intensamente a Copa do Brasil. Não sabe, ou não quer saber, que é mais fácil alcançar a Libertadores 2017 via Brasileirão, garantir uma das seis vagas liberadas pela Conmebol.
Oitavo colocado no Brasileirão, o Grêmio prefere investir no torneio, no mata-mata, esquecer que o Palmeiras, adversário de quarta-feira, é o número 1 do país. A direção arrisca o que resta do ano em São Paulo.
Nem pensa no Gre-Nal 411. O clássico de domingo começará a ser desenhado depois do jogo pela semifinal da cobiçada Copa do Brasil.
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Comentários
Comentários (2)
Queria saber o cara que escrever essa baboseira pois quem garante que time titular ia ganha.
Foco total na copa do Brasil jogar o jogo se arriscar pouco temos chances sim.Passar pelo Palmeiras e vencer copa os jogadores tem fechar com Renato.
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