Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Por enquanto, o compromisso de identificar e punir os torcedores envolvidos na injúria racial contra o goleiro Aranha, do Santos, é o trunfo do Grêmio para o julgamento de quarta-feira, às 14h, na comissão disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio. A exclusão da Copa do Brasil ou a perda de até 10 mandos de campo em jogos do Brasileirão são ameaças ao clube.
Foram identificados dois sócios, já suspensos preventivamente. Um deles é Patrícia Moreira, flagrada por câmeras gritando a palavra macaco. Um procedimento disciplinar junto ao Quadro Social poderá determinar a exclusão definitiva.
A suspensão do jogo de volta já é considerada pelo Grêmio uma punição antecipada, pela imagem que traz para o clube. Agora, a luta é para evitar uma sanção maior.
— Não aceitamos a pecha de clube racista. Temos tomado todas as medidas necessárias para evitar atos dessa natureza. A condenação do clube será a vitória das minorias intolerantes — avalia o diretor jurídico Thiago Brunetto.
O Grêmio não cogita fechar o espaço que abriga a torcida Geral. Considera a medida elitista, por roubar do torcedor a chance de pagar ingresso mais barato. Além disso, os dirigentes se dizem convencidos de que os baderneiros migrariam para outros setores da Arena.
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Por enquanto, o compromisso de identificar e punir os torcedores envolvidos na injúria racial contra o goleiro Aranha, do Santos, é o trunfo do Grêmio para o julgamento de quarta-feira, às 14h, na comissão disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio. A exclusão da Copa do Brasil ou a perda de até 10 mandos de campo em jogos do Brasileirão são ameaças ao clube.
Foram identificados dois sócios, já suspensos preventivamente. Um deles é Patrícia Moreira, flagrada por câmeras gritando a palavra macaco. Um procedimento disciplinar junto ao Quadro Social poderá determinar a exclusão definitiva.
A suspensão do jogo de volta já é considerada pelo Grêmio uma punição antecipada, pela imagem que traz para o clube. Agora, a luta é para evitar uma sanção maior.
— Não aceitamos a pecha de clube racista. Temos tomado todas as medidas necessárias para evitar atos dessa natureza. A condenação do clube será a vitória das minorias intolerantes — avalia o diretor jurídico Thiago Brunetto.
O Grêmio não cogita fechar o espaço que abriga a torcida Geral. Considera a medida elitista, por roubar do torcedor a chance de pagar ingresso mais barato. Além disso, os dirigentes se dizem convencidos de que os baderneiros migrariam para outros setores da Arena.
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