Chávare tem passagens por Grêmio e São Paulo (Foto: Rodrigo Fatturi/Grêmio)
Com passagens por Grêmio e São Paulo como diretor executivo e coordenador das categorias de base, Júnior Chávare foi anunciado na segunda-feira como diretor de operações e novos negócios do grupo ligado ao Tubarão, de Santa Catarina, e a um clube dos Estados Unidos. Ele comandará uma iniciativa de inovação junto à Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), na cidade catarinense.
Chávare será o responsável por comandar uma central de inteligência esportiva. A intenção é buscar novas metodologias, equipamentos e maneiras de desenvolver informações para basear possíveis investimentos do grupo Baltoro, que gere o Tubarão e o Elm City Express, da cidade americana de New Haven, próximo a Nova Iorque, e que jogará a National Premier Soccer League (NPSL).
– Temos um projeto de criar uma central de inteligência, hoje em parceria com a Unisul. E lá vão ser criados laboratórios de parte técnica, física, tática e mental, desenvolvimento de novos produtos e banco de dados de novos talentos. Estamos diante de algo muito grande e fico feliz de poder fazer parte disso – disse Chávare ao GloboEsporte.com.
Além dos dois clubes, o grupo planeja para os próximos dois anos implantar uma equipe na Europa – a Bélgica é o país que desponta como preferido, por ora. O trabalho feito na universidade catarinense será implementado e incubado no Tubarão, no Elm – que usa a estrutura da universidade de Yale – e no clube a ser criado no Velho Continente. A ideia é propiciar uma evolução do projeto Lapidar, colocado em prática na base do Grêmio, com treinos específicos, e inclusive criar equipamentos para os trabalhos.
– Temos em torno de 15 cursos em forma direta ou indireta envolvidos. É um projeto de médio e longo prazo, fiquei empolgado com o que vi. Vou ter condição de desenvolver novos projetos, metodologias. Vamos chegar nisso (em fazer equipamentos), são muitos cursos. Por exemplo, nutrição hoje já está desenvolvendo suplementos diferentes. Cada área envolvida acaba fazendo que a gente possa desenvolver algo novo para o futebol – completa Chávare.
O dirigente esteve no Grêmio até dezembro do ano passado, quando deixou o cargo de coordenador das categorias de base. Durante a temporada, passou um momento como diretor executivo interino no elenco profissional, após a demissão de Rui Costa, hoje na Chapecoense. No clube gaúcho, trabalhou na captação de jogadores como Walace, vendido ao Hamburgo, da Alemanha, Luan, Pedro Rocha e Everton. Teve passagem pelo São Paulo em 2015, onde também fez trabalho semelhante, com o jovem Lyanco, por exemplo, que pode deixar o clube rumo à Juventus.
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Chávare será o responsável por comandar uma central de inteligência esportiva. A intenção é buscar novas metodologias, equipamentos e maneiras de desenvolver informações para basear possíveis investimentos do grupo Baltoro, que gere o Tubarão e o Elm City Express, da cidade americana de New Haven, próximo a Nova Iorque, e que jogará a National Premier Soccer League (NPSL).
– Temos um projeto de criar uma central de inteligência, hoje em parceria com a Unisul. E lá vão ser criados laboratórios de parte técnica, física, tática e mental, desenvolvimento de novos produtos e banco de dados de novos talentos. Estamos diante de algo muito grande e fico feliz de poder fazer parte disso – disse Chávare ao GloboEsporte.com.
Além dos dois clubes, o grupo planeja para os próximos dois anos implantar uma equipe na Europa – a Bélgica é o país que desponta como preferido, por ora. O trabalho feito na universidade catarinense será implementado e incubado no Tubarão, no Elm – que usa a estrutura da universidade de Yale – e no clube a ser criado no Velho Continente. A ideia é propiciar uma evolução do projeto Lapidar, colocado em prática na base do Grêmio, com treinos específicos, e inclusive criar equipamentos para os trabalhos.
– Temos em torno de 15 cursos em forma direta ou indireta envolvidos. É um projeto de médio e longo prazo, fiquei empolgado com o que vi. Vou ter condição de desenvolver novos projetos, metodologias. Vamos chegar nisso (em fazer equipamentos), são muitos cursos. Por exemplo, nutrição hoje já está desenvolvendo suplementos diferentes. Cada área envolvida acaba fazendo que a gente possa desenvolver algo novo para o futebol – completa Chávare.
O dirigente esteve no Grêmio até dezembro do ano passado, quando deixou o cargo de coordenador das categorias de base. Durante a temporada, passou um momento como diretor executivo interino no elenco profissional, após a demissão de Rui Costa, hoje na Chapecoense. No clube gaúcho, trabalhou na captação de jogadores como Walace, vendido ao Hamburgo, da Alemanha, Luan, Pedro Rocha e Everton. Teve passagem pelo São Paulo em 2015, onde também fez trabalho semelhante, com o jovem Lyanco, por exemplo, que pode deixar o clube rumo à Juventus.
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