Foto: Porthus Junior / Agencia RBS
O árbitro Jean Pierre Lima acertou na marcação do pênalti que resultou no primeiro gol da vitória por 2 a 1 do Caxias sobre o Grêmio, neste domingo, no Estádio Centenário, pela segunda rodada do Gauchão. Talvez ele tenha contado com o auxílio do assistente Leirson Peng Martins para tomar a decisão acertada.
Após cruzamento, a bola bate na perna e depois no braço direito do zagueiro Kannemann, antes de ir para a linha de fundo. O defensor salta para interceptar a bola com os dois braços levantados, ou seja, em movimento não-natural. Ao fazer a ação de bloqueio dessa forma, com os braços nessa posição, está assumindo o risco da infração. Por isso, o pênalti deve ser marcado. Essa é a orientação passada aos árbitros para esse tipo de lance. Isso não significa dizer que toda bola que bater no braço resultará em infração.
Para ilustrar a diferença, sugiro um exercício de imaginação. Se Kannemann estivesse parado, com o braço afastado do corpo e não estivesse fazendo uma ação de bloqueio, o lance teria outra natureza. Se uma bola fosse chutada e, após um desvio, batesse no braço do zagueiro, a jogada seria normal.
A Fifa recomenda que os atletas tenham ação preventiva, sobretudo quando tentam interceptar a bola. De que forma? Colocando os braços para trás ou junto ao corpo, os jogadores estarão mostrando que querem evitar o risco de cometer a infração.
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Para ilustrar a diferença, sugiro um exercício de imaginação. Se Kannemann estivesse parado, com o braço afastado do corpo e não estivesse fazendo uma ação de bloqueio, o lance teria outra natureza. Se uma bola fosse chutada e, após um desvio, batesse no braço do zagueiro, a jogada seria normal.
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