Foto: Filipe Gamba / Rádio Gaúcha
No domingo, após o jogo contra o São José, Romildo Bolzan afirmou que o clube tem "condições de fazer extravagâncias talvez um pouquinho antes do planejado". Nesta segunda, um dia depois, o presidente do Grêmio explicou o termo utilizado:
— Extravagância é fazer uma contratação fora do ponto das que nós fizemos. Que vai custar mais caro, jogador mais conhecido, que chega com camisa de titular. Extravagância é termos capacidade de contratar um jogador que é indiscutível — falou.
Bolzan comparou o futuro contratado a um que chegou na temporada passada:
— É o tiro certeiro. É o Bolaños do ano passado.
No Rio de Janeiro, onde participou do conselho técnico na sede da CBF com os 20 clubes que disputarão o Brasileirão, Bolzan também revelou seu voto contra a venda do mando de campo na edição deste ano. A partir de agora, as equipes não podem abrir mão de jogar em casa quando forem mandantes.
— (O voto do Grêmio) Foi a favor de excluir essa possibilidade. Não porque o Grêmio não possa vender seu mando da Arena. Se trata do equilíbrio de técnico. Cada clube joga com aquilo que foi a praça que escolheu para jogar. E, se tu começas a repartir essa praça entre um lugar e outro, verificando circunstâncias de valor econômico ou ordem técnica, acaba prejudicando seu adversário, desequilibra o campeonato. Meu voto foi pela segurança do compromisso técnico — disse.
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— Extravagância é fazer uma contratação fora do ponto das que nós fizemos. Que vai custar mais caro, jogador mais conhecido, que chega com camisa de titular. Extravagância é termos capacidade de contratar um jogador que é indiscutível — falou.
Bolzan comparou o futuro contratado a um que chegou na temporada passada:
— É o tiro certeiro. É o Bolaños do ano passado.
No Rio de Janeiro, onde participou do conselho técnico na sede da CBF com os 20 clubes que disputarão o Brasileirão, Bolzan também revelou seu voto contra a venda do mando de campo na edição deste ano. A partir de agora, as equipes não podem abrir mão de jogar em casa quando forem mandantes.
— (O voto do Grêmio) Foi a favor de excluir essa possibilidade. Não porque o Grêmio não possa vender seu mando da Arena. Se trata do equilíbrio de técnico. Cada clube joga com aquilo que foi a praça que escolheu para jogar. E, se tu começas a repartir essa praça entre um lugar e outro, verificando circunstâncias de valor econômico ou ordem técnica, acaba prejudicando seu adversário, desequilibra o campeonato. Meu voto foi pela segurança do compromisso técnico — disse.
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