Na última quarta-feira, Fernando Ascal compareceu à delegacia e negou ter cometido injúria racial contra o goleiro Aranha
Foto: Omar Freitas / Agência RBS
Suspeito de ter cometido injúria racial contra o goleiro Aranha, Fernando Ascal não compareceu à 4ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre nesta segunda-feira. O torcedor, que prestou esclarecimentos na quarta-feira passada, foi reinquirido após o depoimento de Filipe Guilhon, organizador da Arena que ajudou a polícia nas investigações. Ele não justificou a ausência.
Em seu depoimento, Filipe, que ouviu xingamentos racistas vindos da torcida, ajudou a polícia a identificar supostos envolvidos nos atos de racismo. Ele mencionou, ainda, ter sido agredido por torcedores que tentaram invadir o gramado durante o jogo.
Segundo a polícia, Ascal, que negou ter cometidos atos racistas, foi reinquirido para falar sobre outro assunto. Uma nova intimação foi expedida para convocar o torcedor novamente. Caso não compareça, ele será conduzido coercitivamente para a delegacia.
Na semana passada, a polícia ouviu 10 pessoas, entre suspeitos e testemunhas, do caso de racismo na Arena. Entre eles, está Patrícia Moreira, torcedora flagrada gritando a palavra macaco no jogo Grêmio x Santos. Patrícia foi a única a admitir ter praticado o ato racista, mas disse que não teve intenção de ofender o goleiro Aranha.
Além da jovem, que, na sexta-feira, fez um pronunciamento para pedir desculpas ao goleiro do Santos e ao Grêmio, quatro suspeitos foram ouvidos pela polícia. Segundo o comissário Lindomar de Souza, chefe de investigações da 4ª DP, já há elementos suficientes para indiciar todos eles pelo crime de injúria racial.
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Foto: Omar Freitas / Agência RBS
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Em seu depoimento, Filipe, que ouviu xingamentos racistas vindos da torcida, ajudou a polícia a identificar supostos envolvidos nos atos de racismo. Ele mencionou, ainda, ter sido agredido por torcedores que tentaram invadir o gramado durante o jogo.
Segundo a polícia, Ascal, que negou ter cometidos atos racistas, foi reinquirido para falar sobre outro assunto. Uma nova intimação foi expedida para convocar o torcedor novamente. Caso não compareça, ele será conduzido coercitivamente para a delegacia.
Na semana passada, a polícia ouviu 10 pessoas, entre suspeitos e testemunhas, do caso de racismo na Arena. Entre eles, está Patrícia Moreira, torcedora flagrada gritando a palavra macaco no jogo Grêmio x Santos. Patrícia foi a única a admitir ter praticado o ato racista, mas disse que não teve intenção de ofender o goleiro Aranha.
Além da jovem, que, na sexta-feira, fez um pronunciamento para pedir desculpas ao goleiro do Santos e ao Grêmio, quatro suspeitos foram ouvidos pela polícia. Segundo o comissário Lindomar de Souza, chefe de investigações da 4ª DP, já há elementos suficientes para indiciar todos eles pelo crime de injúria racial.
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